segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

14 - Orquídea: Cattleya labiata - 10 anos de Flores

No início de março de 2015 eu publiquei sobre o Catasetum macrocarpum, especificando-a como sendo a minha primeira orquídea, a qual completava 10 anos de florações consecutivas (excetuando-se o ano de 2005, no qual não houve flores). O pico de suas flores havia sido em março de 2014, com a produção de 82 flores, um número significativamente grande em relação a sua primeira floração (2004) que havia sido de apenas 2 flores.
Tudo isso para dizer que chegou a hora da Cattleya labiata. As Cattleyas labiatas sempre estiveram numa posição de destaque, dentre a minha modesta coleção, quase sempre, elas foram as mais elegantes, as mais generosas, as mais perfumadas...
Florindo primeiramente em 2008, esta Cattleya labiata completou não necessariamente 10 anos de flores (como ocorreu com o Catasetum macrocarpum), mas especificamente 10 floradas, uma vez que em 2011 ela floresceu entre fev. e março e depois voltou a florir entre nov. e dezembro do mesmo ano.
As postagens sobre as diversas Cattleyas labiatas podem ser encontradas facilmente aqui no Blog.

Mas, para não perdermos o padrão, como fizemos com o Catasetum macrocarpum, vamos mostrar informações detalhadas sobre essas 10 floradas de muita elegância:
Ao fazermos uma soma da quantidade de flores que foram produzidas neste intervalo de 10 florações, chegamos ao surpreendente número de 187 flores, havendo a produção natural de cápsulas de sementes apenas em 2014. Como se poderá constatar no gráfico abaixo, a menor quantidade de flores ocorreu na segunda etapa de 2011 (apenas 2 flores) e o pico se deu em 2013 (com a produção de 30 flores).

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

255 - Orquídea: Ludisia discolor

"A ludisia é uma orquídea terrestre ou rupícola, de folhagem e florescimento ornamentais, mas que se destaca principalmente como forração, em locais sombreados, ao contrário da maioria das orquídeas que se distinguem por serem plantas de vaso. Ela não apresenta pseudobulbos e tem rizomas a princípio eretos, mas que se tornam curvos e prostrados em sua base, de acordo com o crescimento. As folhas são ovais a elípticas, brilhantes e lindamente bronzeadas, com nervuras longitudinais prateadas a acobreadas, de acordo com a variedade”.
“(...) floresce no fim do inverno e início da primavera, despontando longas hastes florais, eretas, com pequenas flores carnosas e delicadas, de cor branca, com uma pequena mancha amarela. A floração é durável e alcança cerca de duas semanas”.
“No paisagismo tropical a ludisia tem lugar cativo, principalmente naqueles cantinhos difíceis, com pouca luz e sem pisoteio. Ela oferece rusticidade e beleza, com uma folhagem interessante, de cores contrastantes e floração surpreendente para uma forração. Além do jardim, a ludisia também pode ser plantada em vasos, sendo ideal para a decoração de ambientes internos, como salas de estar, shoppings, escritórios, etc. Ela não necessita de sol direto e deve ficar até um pouco afastada de janelas mais ensolaradas (...)”.
“Deve ser cultivada sob sombra entre 80% a 90%, em substrato misto para rupícolas e epífitas, ou seja, bem drenável, contendo pedras, mas com material com boa capacidade de retenção de água como casca de coco quebrada, casca de pinus, carvão, terra vegetal, etc. (...). Não tolera solos argilosos ou encharcados, apodrecendo rapidamente (...). Multiplica-se facilmente por divisão das touceiras enraizadas e estacas, e mais raramente por sementes[i]

Observação endógena: esta orquídea foi adquirida em 2015 por meio de uma pequena divisão; porém, tendo se adaptado bem ao vaso e ao ambiente, cresceu rapidamente e produziu as primeiras flores a partir de julho de 2016, num total de 4 consideráveis hastes e mais de 80 pequenas e singulares flores de um branco divinal. A pequenez das flores parece ser compensada pela beleza de suas folhas que chamam a atenção de qualquer um.



terça-feira, 17 de janeiro de 2017

156 - Sophronitis cernua: a segunda chance

Esta é uma segunda chance com a belíssima (e "pequena grande") Sophronitis cernua, isto porque eu havia postada sobre uma delas em dezembro de 2012 (isto é, há mais de 4 anos). Aquela infelizmente definhou (assim como tantas outras orquídeas que já perdi, principalmente as micro), mas eu persisti na vontade de ter um bom cultivo deste gênero e especialmente desta espécie.
Esta nova muda foi adquirida em 2013 e veio a florir apenas no segundo semestre de 2016. Após a floração mantém-se robusta e firme para continuar formando uma forte touceira.

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

286 - Orquídea: Bulbophyllum elassonotum

Após fazer diversas postagens sobre as orquídeas que floriram em 2016 e que são reincidentes, é hora de postar sobre aquelas que floriram, também no ano passado, mas de forma inédita e animadora, enriquecendo e colorindo o orquidário, eis que figura um Bulbophyllum.
Observação endógena: em 2016 eu resolvi que deveria tentar o cultivo de orquídeas do gênero Bulbophyllum, sendo um, dos inúmeros que ainda não compunham minha simples coleção. Comprei, então, as primeiras plantas deste gênero, dentre adultas e bastante jovens, foram elas: bulbophyllum carunculatum, bulbophyllum rothschildianum e bulbophyllum elassonotum (o único adulto desta tríade aquisição); eis que, sete meses depois de sua aquisição ele me presenteou com esta bela florada.
“Origem: Tailândia, Vietnam; flor: cacho floral pendente simples; epífita - vivem fixas em árvores, [pode ser muito bem] cultivada em vasos e placas; clima: quente; curiosidade: essa é uma das espécies mais cultivadas entre os colecionadores brasileiros; sombreamento: 50 a 70%; substrato: mistura de cascas, carvão e isopor. No caso de amarrar em árvores, as plantas devem ser regadas 2 a 3 vezes por semana até o enraizamento no tronco[i]”.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Blc. waikiki gold 'Lea' - flores 2016

A última vez que eu havia postado sobre esta orquídea, a Blc. waikiki gold 'Lea' foi em 2013. Entre aquele ano e o ano de 2016 ela havia parado de florir por conta de uma mudança de vaso e por causa das condições climáticas mais severas, ocorridas na região.
Este é um híbrido de rara beleza e de perfume singular; uma particularidade das flores é que elas vão intensificando as suas cores a medida que amadurecem, tornando-se assim ainda mais propensas a cor de "ouro" (este processo pode ser observado através das fotos abaixo). No ano anterior foram mais de uma dezena de lindas, grandes e perfumadas flores.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Oncidium cilliatum - flores 2016

Este é um Oncidium que considero ser de fácil cultivo, no entanto, antes de chegar a esta conclusão eu perdi algumas mudas. Isto porque no início, quando comecei a cultivar orquídeas queria tratar a todas de forma semelhante, colocando mudas de Oncidium cilliatum plantadas em vasos, mais cedo ou mais tarde morriam, por conta de um apodrecimento que acometia as raízes e depois a planta inteira. O fato é que esta orquídea se desenvolve melhor se cultivada fixada em placas, troncos, leques etc. ou seja, suportes que não permitam o acúmulo de água por tempo considerável, já que as suas raízes preferem secar mais rapidamente.
No ano de 2016 foram dezenas de flores produzidas em diversas e extensas hastes florais.

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