quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Dendrobium híbrido - flores 2016

Quando eu publiquei a vez primeira sobre este Dendrobium híbrido, em outubro de 2014, jamais imaginaria que numa segunda florada ele potencializaria tanto a quantidade e a qualidade das flores. Em termos de quantidade, este Dendrobium aumentou de 1 flor (na primeira floração) para 16 flores nesta atual floração. As mesmas estiveram distribuídas no decorrer de 3 bulbos bastante saudáveis. O que deve-se levar em conta é que a planta evidentemente cresceu nos últimos anos, mas também passou por mudanças signiifcativas como trocas de vaso e de substrato, além da aplicação de adubos (mensalmente) do tipo Bokashi (trata-se de é um composto orgânico, obtido através da fermentação controlada de uma mistura de farelos e tortas vegetais, acrescido ou não de farinhas de origem animal e pós de rocha; se constitui numa remota técnica japonesa para enriquecimento de solo).

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Mini Phalaenopsis estriada - flores 2016

Apesar de se tratar de uma mini Phalaenospsis, ela consegue produzir flores de tamanho interessante, algo semelhante as flores da maioria das orquídeas do gênero Denphal.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Epidendrum difformis - flores 2016

As pequenas flores do Epidendrum difformis conseguem criar um lindo espetáculo, um pequeno e belo buquê, porque abrem simultaneamente e se distribuem uniformemente. Outra particularidade deste Epidendrum é sua facilidade em gerar cápsulas de sementes em praticamente todas as suas floradas.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Lc. Mary Ellen Carter 'Dixie Humminbird' - flor 2016

Na primeira vez que publiquei sobre este belo híbrido, reproduzi uma informação que dizia que o seu nome se refere a uma canção clássica da música internacional, para rever clique AQUI.
Fotografar este híbrido é uma diversão à parte, porque nos fascina querer capturar a beleza e a disposição das cores que podem ser apreciadas em suas pétalas, sépalas, coluna e labelo, através da lente da câmera. 
Suas tonalidades vivificantes e alegres nos remetem a uma incrível ideia de veraneio e de festa, de modo que apenas uma flor é suficiente para fazermos esta experiência.

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Catasetum barbatum - flores 2016

O desequilíbrio ambiental, o que acarreta na anormalidade do tempo e do clima, também influencia na vida dos vegetais; a maioria dos Catasetums - como é sabido - tem determinado se a sua floração será de flores masculinas ou de flores femininas, a partir das condições climáticas (o que tenho observado é que, quanto mais quente e seco é o clima, maior a possibilidade de produzir flores masculinas). Por conta da desregulamentação na "divisão" das estações, este ano o Catasetum barbatum em destaque produziu flores masculinas e flores femininas de maneira desordenada, uma das hastes (por exemplo) trouxe metade das flores masculinas e o restante de flores femininas. Na foto abaixo pode-se ver uma "flor homogênea", que não "conseguiu se decidir" perfeitamente para ser uma flor masculina ou feminina.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Phalaenopsis pintalgado - flores 2016

Este ano percebi algumas particularidades na floração desta Phalaenopsis: as flores produzidas acabaram por ter um tamanho menor em relação à floradas anteriores, ao passo que ela conseguiu produzir mais flores. Acabei dando ênfase aos botões, pois neste gênero eles têm características formidáveis!

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Bromélia: Vriesea carinata

Sinônimos
Tillandsia carinata (Wawra) Baker
Vriesea brachystachys Regel
Tipo
Nativa, endêmica do Brasil.
Dispersão
Anemocórica[i]
Habitat
Mata Atlântica, na Floresta Ombrófila Mista e Densa, Floresta Estacional Semidecidual e Restingas[ii].

“A Vriesea carinata (...) é uma bromélia exclusiva da Floresta Atlântica e ocorre desde a Bahia até o Rio Grande do Sul. Tem preferência de fixação por troncos e galhos a uma altura média de 6,8 m do chão, ocorrendo eventualmente sobre o solo e raízes. Em relação à altitude, está presente de 10 a 800 m”.
“É conhecida popularmente por gravatá, monjola ou simplesmente bromélia. Floresce de março a agosto e os frutos são encontrados em outubro. Seu porte pode variar entre 20 e 30 cm[iii]”.


[i]É o termo usado em Botânica para definir a disseminação das sementes de uma planta pela ação do vento. Geralmente estes tipos de sementes são denominadas de ‘aladas’”. (http://www.dicionarioinformal.com.br/anemoc%C3%B3rica/)
[iii] Disponível em: http://www.qualea.com.br/2008/04/vriesea-carinata/ Acesso em set. de 2016.

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