domingo, 6 de março de 2016

144 - Orquídea: Cattleya tigrina var. leopoldii

“A Cattleya leopoldii ou  Cattleya tigrina, recebeu esse nome em homenagem ao rei Leopoldo da Bélgica em 1854, o qual era um apaixonado admirador de orquídeas. No Brasil a Cattleya leopoldii é encontrada no litoral vegetando em restingas, desde o Rio Grande do Sul (com maior concentração em Santa Catarina) até o sul da Bahia. Planta com pseudobulbos de até 1m que produzem hastes portando até 30 flores. São plantas bifoliadas, às vezes apresentam 3 folhas no mesmo pseudobulbo, com 15 a 20 cm de comprimento e largas.  Durante o verão após o pseudobulbo ter amadurecido e soltado a espata floral, surge a inflorescência, que vai de dez. até início de março, período de sua floração. Sua haste floral apresenta uma penca de flores geralmente na cor marrom chocolate e menos frequente nas cores caramelo, amarelo, cobre, verde, vinho e pintalgadas em marrom-terra podendo ser lisas, sem pintas. Possui um perfume intenso e muito agradável”. 
“É uma planta que necessita de muita luz para florir. Vai bem a sombreamento de 30% até sol pleno. (...) deve ser cultivada de forma que suas raízes estejam bem ventiladas, utilizando substratos que deixem espaços para que o ar circule entre as raízes e ofereçam boa drenagem[i]”. 

Observação endógena: o que falar de uma orquídea que em sua primeira florada produz 10 belíssimas flores? Putz, quase nada, é um espetáculo da natureza, uma divina composição de beleza, robustez e perfume! Não se trata apenas de uma beleza incrível, por causa do tamanho das flores, ou dos detalhes de seu labelo, pétalas e sépalas, mas também porque suas pétalas e sépalas são lindamente cerosas e convidam aos nossos sentidos, principalmente visão, olfato e tato...

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