quarta-feira, 29 de abril de 2015

Cyrtopodium Polyphyllum - flores 2014

Em 2014, a segunda floração do meu Cyrtopodium polyphyllum foi superior a de 2013. Fazendo jus a robustez e a boa quantidade de seus bulbos.
Para se ter uma ideia foram 6 pseudobulbos em floração e mais de 400 flores produzidas.
Olha o tamanho que estava pouco antes de florir!
Ao tempo que emite novos bulbos, as hastes já os vem rasgando!
 
 
 
 

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Brassia rex - flores 2014

Antes, a orquídea Brassia rex sempre esteve em minhas listas de desejos (por exemplo, a Lista de Desejos 1) e quando consegui uma muda e presenciei as primeiras flores, tive todas as expectativas superadas, porque as flores são fantásticas e atrativas.
Aumentando as flores em relação a 2013, a minha Brassia rex veio em 2014 com produção de flores em 2 hastes florais, totalizando 18 flores belíssimas.
 
 

quarta-feira, 15 de abril de 2015

257 - Orquídea: Eltroplectris roseoalba

A publicação de hoje é sobre uma incrível orquídea terrestre, do gênero Eltroplectris, daquelas que a gente ver as primeiras flores e se apaixona!
O Eltroplectris rosea-alba é uma planta rara e pouco vista. A flor é branca e possui estrias no labelo cor de carmesim.
“O gênero Eltroplectris, segundo Dressier, ocupa dentro da família orquidácea a seguinte posição”:


Tribo: Cranichideae;

Subtribo: Spiranthinae;
É sinônimo do gênero Pteroglossa rose-alba.
“A planta ocorre na Venezuela em mata sazonal e campos relvados em altitudes até 1.200m. A espécie se encontra desde a América Central até o Brasil e a Bolívia, porém sempre escassamente, devido a problemas ecológicos com a polinização[i]”.


Eltroplectris é um gênero botânico pertencente à família das orquídeas. Foi proposto por Rafinesque em Flora Telluriana, em 1836. Sua espécie tipo é a Eltroplectris calcarata (Sw.) Garay & H. R.Sweet. O nome do gênero vem do grego eleutheros, livre, e plectron, calcar, em referência ao esporão formado pela base das sépalas e pé da coluna de suas flores”.
“É composto por espécies terrestres, que vivem em climas variados, mas normalmente preferem campos secos, como o cerrado, e florestas arbustivas. Podem ser encontradas em todos os estados da costa brasileira (...). Existem também nos outros países da América do Sul, que margeiam a Amazônia, além de algumas ilhas do Caribe, na Flórida, Paraguai e Argentina, do nível do mar até 1.000 m de altitude”.

“Eltroplectris apresenta raízes carnosas, pilosas; (...) folhas de longos pecíolos, verdes escuras ou arroxeadas, inflorescência pubescente na extremidade. As flores algumas vezes são vistosas, com a sépala dorsal livre e ereta e sépalas laterais algo concrescidas. A base de labelo está colada à base das sépalas laterais formando o calcar e seus lobos laterais à base da coluna[ii]”.


Observação endógena: é penoso dizer que esta é uma orquídea que não floresce com regularidade (pelo menos sob os meus cuidados), isto porque a beleza de suas flores é incrível, merecendo ser vista constantemente.
Quando comecei a cultivar esta planta, sequer sabia que se tratava de uma orquídea terrestre, mas após várias pesquisas e com a ajuda de um amigo (daqui do Blog e também participante do grupo Orquidófilos de Alagoas, no Facebook), O Paulo, conseguimos identificá-la em meio ao gênero Eltroplectris, aliás, nós não, ele. Por isso a minha gratidão e a minha dedicatória desta postagem ao Paulo!
Obs. para informações mais atualizadas sobre esta orquídea, acesse a tag abaixo: Pteroglossa.
 
 
 
 
 
 



[ii] Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Eltroplectris Acesso em dez. de 2014.

quarta-feira, 8 de abril de 2015

237 - Orquídea: Potinara Buarana Beauty 'Burana'



“As Potinaras (...) são híbridos complexos, chamados de intergenéricos, resultantes do cruzamento entre orquídeas de quatro diferentes gêneros: Brassavola, Laelia, Cattleya e Sophronitis. Desta mistura costumam sair plantas compactas, portando várias flores de colorido exuberante (...). A Potinara Burana Beauty ‘Burana’ [é um] híbrido [e foi] registrado em 1996 pelo cultivador tailandês Phongthom Buranaraktham (...)”. 
“Trata-se de uma orquídea compacta, de pseudobulbos baixos e bem organizados verticalmente. A floração costuma ser generosa composta por 2 a 5 flores em uma mesma haste. O perfume é suave e delicado, possuindo um toque cítrico. O colorido é um capítulo à parte, parece que apenas as flores têm a receita do segredo de combinar harmoniosamente cores como o vermelho e o amarelo (...). As flores possuem uma textura firme, são bastante resistentes e duram cerca de três semanas (...)[i]”. 

Observação endógena: acrescentaria que esta bela orquídea consegue manter uma sequência de flores longa e impressionante, tais flores permanecem quase sempre eretas, de modo que é possível obter boas fotos quando as fotografamos por cima.
Abaixo há fotos de flores em alguns tons distintos, isto deve-se a fatores como: o momento em que as fotos foram feitas, bem como a maturação e/ou não das flores.
Não a toa, esta orquídea esteve presente na minha 2ª Lista de Desejos, que foi publicada em junho de 2013.

 
 

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Acianthera Pectinata - flores 2014/2015

No mês de novembro de 2013 eu fiz uma postagem (a primeira) sobre esta orquídea. Naquela época eu tratava-a, ainda, de Pleurothallis pectinata (como pente), porém, vendo outras postagens e denominações, observei que a mesma estaria melhor aceita no gênero Acianthera, logo Acianthera pectinata.
De lá para cá ela se tornou mais robusta e floriu mais vezes, totalizando mais de 50 flores.
Acredito que as fotos abaixo justificam o valor e a procura que é dada a ela, verdadeiramente uma orquídea singular.
 
 

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