terça-feira, 6 de maio de 2014

Bromélia: Gravatá-comum


“Planta da família das Bromeliáceas e conhecidas também por gravatás. Existem cerca de 4.000 espécies, sendo cerca de 1.250 no Brasil; podem viver no solo, rocha ou árvore (...). São xerófitas, ou seja, adaptadas para a vida em condições de seca, suportando também temperaturas extremas. Típico destas plantas, é o fato de armazenarem água da chuva entre suas folhas”. 
“Como propriedade medicinal é abortivo, emoliente, expectorante, diurético, tônico e vermífugo. É usado na forma de xarope e suco”.
“Também conhecido por caraguatã, caravatá, caraguatá e caravatá[1]”.
“Planta em forma de roseta (folhas contornando um eixo central), terrestre, com folhas compridas de 35 a 67 cm de comprimento por 2,1 a 3,6 cm de largura, com pilosidade grosseira quando novas. Nas margens existem espinhos retrosos (semelhante a um anzol) distanciados de 2 a 3,7 cm entre si. As folhas ficam avermelhadas e se abrem e deitam na horizontal quando vai sair a inflorescência (flores saindo dum mesmo ponto igual um guarda sol) as flores individuais são centenas, com pétalas vinho-avermelhadas. Os frutos são bagas cilíndricas, deprimidas na base”. 
“A planta tem muitos espinhos, devendo ter plantada longe de onde circulam pessoas e crianças. Essa espécie particularmente prefere ambiente semi-sombreado e solos com consistência arenosa, bem drenados e levemente ácidos. É resistente a secas e a geadas de até -3 graus”.
“Multiplica-se mais facilmente por estolão, ou seja, brotos que saem da base do caule. As sementes germinam em 30-50 dias se forem plantadas bem em substrato arenoso. As mudas atingem 35 cm com 13 meses de idade. As mudas tiradas da planta mãe começam a frutificar com 3 anos, enquanto que mudas originarias de sementes frutificam com 5 a 8 anos[2]”.
Eis a minha "fogueira de São João" antecipada!
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 


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