quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Catasetum Macrocarpum (flor feminina) - flores 2013

Em agosto de 2012 eu fiz uma postagem sobre o Catasetum macrocarpum - flor feminina, mas de lá para cá foram intensas as floradas e a melhoria da qualidade das fotografias.

No último ano, 2013, meus Catasetums macrocarpum floriram de forma incessante, sempre alternando entre as flores masculinas e as flores femininas (o que ocorreu também -  pela primeira vez - a origem de robustas cápsulas de sementes, que ainda perduram até os dias atuais): as flores iniciaram em fevereiro e as novas hastes se renovaram até o mês de novembro, num total de mais de 110 flores femininas (somando a produção das 2 plantas que possuo).
 
 
Robustas cápsulas de sementes (4).
 

domingo, 19 de janeiro de 2014

89 - Orquídea: Cyrtopodium Polyphyllum


“Do grego kyrtós: curvado + pódion: dimin. De pús, podós: , pezinho curvado. Alusão à base da coluna curvada para cima (...); prolongamento basal da coluna, formando um pequeno arco que se estende (...). Varia em relação ao tamanho de seus pseudobulbos, apresentando-se: fusiformes, cilindrico-fusiformes, cônico-fusiformes, cônico-oblongos, cônico-ovóides, ovóides ou arredondados (...)”. 
“A maioria das espécies do gênero Cyrtopodium foi atribuído a um nome de família para homenageá-la, ao lugar onde o mesmo foi encontrado ou ao aspecto da planta. São exemplos: C. andersonii (Anderson), bradei (Brade), Sarneyanum (Sarney), cipoense (Serra do Cipó/MG), cachimboense (Serra do Cachimbo/PA.), roraimense (Roraima) ou triste (flores voltadas para baixo em dias ensolarados), pallidum (pelo labelo róseo pálido) e gigas (pelo porte gigantesco da planta)”. 
“Este gênero tem grandes pseudobulbos claviformes, medindo alguns centímetros a mais de um metro, com numerosas folhas pregueadas e brácteas coloridas. As folhas são herbáceas, bilateralmente alternadas com nervuras longitudinais prominentes, plicadas, com pseudopecíolo conectado na base da bainha que envolve o pseudobulbo. A inflorescência é basal, ereta, rígida, simples ou ramificada, normalmente mais alta que as folhas”.
“As flores podem ser vistosas ou pouco ornamentais, pediceladas e de textura relativamente carnosa, com brácteas lineares ou lanceoladas, muitas vezes de colorido vistoso ou pintalgadas. Em relação à flor, possui labelo trilobado com lobos laterais voltados para cima e algumas vezes encobrindo parte da coluna; o lobo mediano quase sempre apresenta um disco caloso. As políneas são em número de duas, globosas e ceróides[1]”.    

Quanto ao “Cyrtopodium polyphyllum é uma espécie terrestre/rupícola com habitat de populações que se distribuem ao longo de quase todo litoral brasileiro, mas podendo também ser encontrado na Amazônia brasileira. Apesar de seu hábito predominantemente terrestre nas areias, a espécie pode também apresentar hábito rupícola nas encostas litorâneas de baixa altitude e mesmo distante do litoral. Possui pseudobulbos fusiformes, acentuadamente alongado de 20 a 100 cm de altura inflorescência paniculada de 60 até mais de 100 cm de altura; suas flores variam consideravelmente de tamanho, 2,5 a 3,3 cm de diâmetro sendo que nas populações do sul do Brasil é aonde se encontram as menores flores; exibem colorido amarelo claro com nuances esverdeadas, mas com o labelo amarelo vivo; o calo é formado por diminutas granulações (calosidade granular) tingidas de vermelho-alaranjado[2].

Observação endógena: desde algum tempo comecei a vislumbrar a possibilidade de ter um Cyrtopodium. Encanta-me neles a generosidade das flores e a robustez dos seus pseudobulbos (da planta como um todo). Quando ele chegou até mim, em outubro de 2012, eu achai de se tratava de 'Catasetum macrocapum agigantado'. De onde veio estava se desenvolvendo sobre o solo. Resolvi colocá-lo numa situação de planta epífita e misturei substrato com outros detritos, colocando-o num vaso relativamente amplo. A renovação de pseudobulbos foi rápida e eficaz e em outubro de 2013 ele iniciou a primeira floração (talvez a primeira da sua vida, pois não constava nenhum sinal de florações anteriores).

Foram mais de 2 meses entre o aparecimento das robustas hastes e a eclosão das primeiras flores. A haste de maior comprimento atingiu mais de 50 cm e a quantidade de cerca de 156 flores. A plenitude das flores durou cerca de 30 dias, mas secaram antes do fim do ano; atualmente já possui uma diversidade de bulbos recentes, quase adultos.


 
 
 
 
 

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Epidendrum Nocturnum - flores 2013

Uma postagem que há neste blog, sobre o Epidendrum nocturnum, é umas das 10 mais vistas (dentre todas as postagens populares) sinal que trata-se de uma orquídea curiosa, mas de pouca comercialização/informações (acredito).
No ano passado (2013) ela começou a florir em abril, manteve-se renovando suas flores constantemente, por meio de 4 pseudobulbos (entre os antigos e os mais novos) em plena geração de flores; ao todo já são 19 flores e ele ainda não parou de florir, em janeiro de 2014.
 
 
 
 
 
 
 
 

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

87 - Orquídea: Lockhartia Lunífera



"Orquídea epífita nativa no Brasil, encontrada em matas úmidas e luminosidade natural de 60%, vegetando em troncos de árvores, em touceiras cujos caules medindo em média 25 cm de comprimento, são recobertos em toda sua extensão por folhas contíguas e intercaladas até a ponta, lembrando o formato de pequenos corações verdes sobrepostos, de onde saem das junções das folhas, no terço superior e principalmente no ápice da haste, de 1 a 3 flores pequenas, pouco maiores que a cabeça de um palito de fósforo, coloração amarelo-ouro, e máculas pintalgadas de ocre ou amarronzada no labelo”.

“Aceita plantio em vasos pequenos, com boa drenagem, em substrato formado preferencialmente por uma mistura de esfagno e xaxim, ou ainda casca de coco. Adapta-se bem em placas de xaxim ou lascas de madeira (...)”.

“Desenvolve-se melhor com regas diárias quando plantada em placas cuja drenagem é muito rápida. Melhor colocá-la para o lado do nascer do sol exposta a luminosidade normal até 10 h da manhã (...)”.
Espécie: Lockhartia lunifera Reichb. (...) lunifera, do latim “luno, - are, - atum”, dobrar em forma de meia-lua, dispor em arco[1].


Observação endógena: esta pequena, veio como um brinde, por ter realizado uma compra de um orquidófilo de Tocantins (Nordeste do Brasil). Eu não sabia nada sobre ela e consegui informações precisas no Blog da Bete Orquídeas que, por sinal, tem quase tudo sobre esse mundo da orquidofilia.
O fato é que, inicialmente, coloquei-a sobre a superfície de um vaso, repleto de diversos substratos, mas ela não avançava no crescimento; depois transferi-a para um pedaço de madeira, pendurado e envolvido com esfagno e o resultado foi imediato, com o crescimento de novas estruturas, produção de flores e depois cápsulas de sementes.
A princípio foi plantada assim, mas não deu bons resultados de crescimento, nem flores.
Atualmente está assim plantada e com essa boa quantidade de flores.

 
 
 
 
 

[1] Em: <http://www.orquidariocuiaba.com.br/fichas-de-orquideas/lockhartia-lunifera-reichbf/> Acesso: set./12.
[2] Disponível: <http://www.orquidarioimirim.com.br/Produto-Detalhe.aspx?RedId=537>. Acesso: set. de 2012.
[3] Disponível em: <http://www.colibriorquideas.com/especies/lockhartialunifera.php> . Acesso em set. de 2012.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

3 - Lista de Desejos/ Orquídeas

Resolvi, então abrir as postagens de 2014 com mais um sonho em pauta (daquele quase irrealizável por enquanto, mas um sonho). Segue, portanto, mais uma 'lista apressada' (para além da primeira e da segunda), dos desejos sobre a conquista de Orquídeas!
Cattleya intermedia Flamea Unicolor Joacir X C. intermedia Unicolor. Disponível.
Encyclia alboxanthina - Mercado da Orquídea.
Oncidium nanum - Disponível no álbum de fotos de Ademir Fioroni (Orkut).
Phymatochilum Brasiliense - Mercado da Orquídea.
Pleione maculata - Disponível no álbum de fotos de Ademir Fioroni (Orkut).
Rhynchostylis Gigantea Spotted - Mercado da Orquídea.
Rodriguezia lanceaolata - Extraída do álbum de fotos de Gabriel Miranda (Orkut).
Sophronitis cernua alba - Extraída do álbum de fotos de Gabriel Miranda.

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