domingo, 20 de outubro de 2013

Broto de Vanda Manuvadee fcc

Há algumas semanas eu coloquei uma postagem (um pseudoartigo) sobre uma Vanda, a única que tenho; naquele momento eu falava da espera que venho alimentando constantemente, pelas primeiras flores da minha Vanda Manuvadee fcc. Sobre as mudas, podemos destacar aqui que elas “podem ser cultivadas em ambientes de pouca luminosidade, em torno de 40%, acelerando seu crescimento. Plantas adultas podem ser criadas com boa dose de luminosidade e se penduradas em árvores, emitem raízes com novos brotos (...)[1]”.
Depois daquele momento, me deparei com uma mágica surpresa na minha Vanda: não foram hastes, botões, nem flores, foi um pequeno broto, que cresce vagarosamente, agarrado a uma parte de uma das mais antigas raízes, nas profundezas da "estrutura" que a "sustenta"!


[1] A partir de: <http://www.orquideana.com.br.> Acesso em jan. 2010
 
"Raízes crianças" reencontram as "raízes anciãs" e por elas deixam-se passear!
Um abismo abaixo; mas o que temer, se foi gerada na base?
Editei esta foto colocando uma seta que ajuda-nos a compreender a relação de tamanho e distância, entre a matriz e este novo broto.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Oncidium cilliatum: umas flores 2013

Pois bem, vamos lá: não somente minhas orquídeas estão com flores mais abundantes e belas este ano, mas também arranjei uma lente um pouco mais capaz de captar suas belezas, do que a de outrora (acho que já disse outras vezes e de outras formas (risos)).
É verdade que já mostrei esta orquídea numa postagem anterior, mas faço questão de destacar algumas belas e pequenas flores de 2013.
 
 
 
 

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

167 - Orquídea: Laelia jongheana


Em 1953, a Laelia jongheana já era citada no livro: As Orquídeas e sua cultura, do autor João S. Decker como ‘(...) quase exterminada nas suas zonas de dispersão natural’. (...) ocorria na região de Ouro Preto (...). Existia também na Serra do Caraça e na região do Pico do Itambé, próximo à cidade de Diamantina, ou seja, no maciço da Serra do Espinhaço, estado de MG”.
As plantas destes habitat do passado foram totalmente exterminadas pelos catadores”.
Em 2003, um amigo orquidófilo chamado Jovino, que viajava bastante pelo interior do ES, falou da existência de planta semelhante na região de Ibatiba, cerca de 130 km de Vitória (...). As plantas são muito dispersas e vegetam nas árvores em topos de morros pequenos em altitude aproximada de 1.000 m (...)”.
Em 2007, tivemos a oportunidade e privilegio de conhecer possivelmente o último grande habitat desta espécie no estado de MG (...). Levamos quase um dia inteiro para conseguirmos chegar ao pé da montanha. As plantas ocorrem em mata nebular e também nas vellozia na beira dos penhascos, sempre voltadas para o lado dos ventos, onde recebem muita umidade das nuvens à noite. A altitude de ocorrência varia entre 1.200 e 1.500 m”.
As plantas nas vellozia estão praticamente em pleno sol, porém uma camada de musgo atua como uma “esponja” e mantém a umidade durante a maior parte do dia, mesmo com vento e sol intenso (...). Geralmente à noite é que as plantas são molhadas pela neblina ou pelas nuvens que passam (...)”.
O cultivo destas plantas pode ser em substrato bem arejado, em vaso de barro pequeno para secagem rápida, mas, de preferência, podem ser fixadas em palito fino de xaxim ou madeira resistente à podridão, entretanto, neste último caso, as regas devem ser aumentadas. As plantas gostam de ficar úmidas e o ideal é que sejam molhadas no fim da tarde. Não se adaptam ao clima quente e gostam de uma queda acentuada na temperatura durante a noite”.
Esta espécie (...) não forma espata nos pseudobulbos. Os botões emergem diretamente de dentro dos brotos em formação. As flores (geralmente uma ou duas por broto) possuem diâmetro de cerca de 12 cm e forma estrelada”.
É difícil encontrar plantas com pétalas largas, assim como variações acentuadas da tonalidade lilás “tipo”. Pouquíssimas plantas albas foram encontradas no passado na natureza, entretanto, atualmente estão sendo reproduzidas com sucesso pelo método assimbiótico. Desconheço as variedades coerulea e semi alba nesta espécie[1]”.

Observação endógena: adquiri esta orquídea (na verdade 2 mudas) através de uma permuta com uma orquidófila de SC (ela mandou me mandou estas, junto com outras tantas, identificadas), mas na hora de desembalar eu acabei fazendo algumas confusões, uma delas foi não ter conseguido associar o nome Laelia jongheana a estas mudas. Mas por sorte, meses depois uma delas iniciou a elaboração desta reveladora flor; fui aos conhecimentos da Bete, do blog da Bete Orquídeas e ela me indicou “ser esta orquídea, o que ela é”! Meu agradecimento!
Obs. é a primeira vez que publico neste blog, sobre o gênero Laelia.
 
 
 
 
Laelia jongheana ("seu nome, sua identidade")!

[1] Disponível em: http://www.awzorchids.com.br/br/artigosCont.php?target=MTE Acesso em set. de 2013.

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