quarta-feira, 24 de abril de 2013

Meu Orquidário

Desde 2002 (mais ou menos) que venho cultivando orquídeas! De lá para cá foram tantos aprendizados, e ainda muita coisa a aprender!
Amigos e amigas conquistados(as) e me deixei conquistar por eles(as), somente porque, quando se compartilha conhecimentos e orquídeas, parece que um pedacinho de nós vai junto, ou vem um pedaço bom do outro! Por exemplo, já vi tantas postagens sobre orquidários, mas só tive a motivação de fazer esta humilde postagem após visitar o blog "Clube do Orquidófilo" e principalmente "conversando" com o amigo do "Orquidário Faísca"! É a vida...hein!
Obrigado aos amigos e leitores!


Depois de tantos ajustes, ainda foi assim meu "orquidário".
Antes era assim: um emadeiramento rústico e rodeado por tela 50%; poucas ripas.
Uma ala: interno.
Uma tomada quase total do interior.

Aí me veio a necessidade de mudar um pouco (ou muito), ampliar, portanto; dar mais qualidade às orquídeas!
Quase no mesmo espaço do antigo, fiz uma base nivelada, com tijolo furado e cimento; deixei os espaços para fincar os esteios.
Depois aterrei todo o interior da base, com areia branca.
Finquei os os esteios principais; totalizando x.
Completei a armação superior, no formato chalé.
Finquei os suportes em madeira, que receberiam os caibros estendidos, para posterior disposição das orquídeas.
E por fim, já com algumas orquídeas dispostas.

Então, hoje em dia, está assim; um bom recomeço, não?!

Vê-se como estava bonito o oquidário, pelo inverno: até mato nasceu no canteiro central. Flores de Catasetum, Cattleya e Denphal, dentre outras.
Aqui está: de porta aberta.
A partir de "visão" da Brassavola perrini.
Ao fundo direito, um pé de maxixe "carregado"!
Oncidium, Cattleya, Catasetum e companhia, num estágio!
Lado oposto, com "dois estágios".
O céu é o limite! Cumeeira em formato chalé.

O orquidário tem 9m de comprimento por 2,10m de largura. E foi erguido com 12 esteios (colunas/caibros) de madeira nas laterais, portanto 2m cada e dois centrais de 2,50m. Está coberto com uma tela sombrite de 50% e na laterais há um ripado relativamente largo, intercalado por 10cm (desempenhando mais a função de proteger contra a entrada de animais grandes).
É isso, espero que gostem e me façam palpites!

terça-feira, 16 de abril de 2013

“As Orquídeas + Populares”

A 1ª fotografia (Cattleya labiata) é própria dos nossos arquivos; a 2ª foto é um (Cymbidium) copiado do site: <www.plantasonya.com.br>; a 3ª fotografia mostra um (Dendrobium) disponível em: <http://www.orchidsonline.com.aunode2773>; e a última foto é de um (Phalaenopsis) também dos nossos arquivos.
Encontrei um artigo muito interessante no site “Cultivando”. Tal texto falava sobre as orquídeas mais populares. De acordo com a página na internet, as orquídeas mais populares, dentre todas, são as do gênero Cattleya. As do gênero Cymbidium são as orquídeas do momento. As do gênero Dendrobium são consideradas as mais fácies de cuidar, bem como portadoras de flores muito bonitas. E por fim apresentava o gênero Phalaenopsis como o que tem as orquídeas que florescem por mais tempo e sem poupar beleza nas flores[1].Tal postagem, portanto, é reproduzida do site referenciado, com algumas modificações.

Cattleya
“É talvez o gênero de orquídeas mais popular no mundo todo. Há um grande número de híbridos disponíveis no mercado, com várias combinações de cor e forma. O gênero dessa orquidácea supera todos os outros quanto ao número de híbridos que foram criados. Tamanha diversidade de híbridos e espécies torna difícil a identificação e classificação das orquídeas dentro do gênero. A queda nos preços liderada pelo grande aperfeiçoamento das técnicas de cultivo e propagação (multiplicação) tornou as Cattleyas mais acessíveis à população, apesar de muitas delas ainda serem caras. Tamanha popularidade também se deve ao seu fácil cultivo e é claro, pelas suas grandes e belas flores. Muitas das espécies de Cattleyas são naturais do Brasil (cerca de 30 espécies), e as demais são originárias de outros países da América Latina, Central e México. Sendo naturalmente encontradas em florestas tropicais, não se encontram em regiões muito frias do continente.  Seu nome foi dado como uma homenagem ao orquidófilo inglês William Cattley (...). As Cattleyas podem ser multiplicadas em casa pela divisão dos bulbos. Lembre-se de deixar ao menos 03 pseudobulbos para cada planta dividida. Comercialmente elas são normalmente multiplicadas por micropropagação, gerando plantas clones[2]”.

Cymbidium
“As orquídeas Cymbidium são uma das mais comercializadas e adoradas no Brasil. O gênero possui 44 espécies, mas a maioria das que são vendidas no Brasil é híbrida. Algumas espécies são terrestres ou semi-terrestres, mas os mais populares podem ser encarados como epífitas, mesmo que não se prendam a árvores. Suas flores são muito duráveis, sendo frequentemente utilizadas como flor de corte, para a utilização em arranjos florais que podem durar semanas. O florescimento ocorre geralmente na primavera, por ser uma planta de clima temperado (...). Pode ser reproduzida separando-se os pseudobulbos, que devem estar em grupos de pelo menos 03 cada um. As novas plantas podem levar de 02 a 03 anos para que floresçam novamente. Comercialmente são propagadas por micropropagação, gerando plantas idênticas umas às outras[3]”.

Dendrobium
(...) quase todas as Dendrobium comercializadas são híbridas, por isso existem muitas diferentes formas e colorações disponíveis. Todas as espécies de Dendrobium são epífitas, podendo ser facilmente presas a árvores (...). A melhor forma de reproduzirmos uma Dendrobium em casa é através da divisão de touceiras, ou seja, da divisão da planta em partes menores. Cada parte deve possuir ao menos 03 pseudobulbos. As partes divididas levam alguns anos para voltarem a florescer[4]”.

Phalaenopsis
“A orquídea Phalaenopsis é uma das orquídeas mais populares no Brasil e no mundo. Um dos seus principais atrativos é o florescimento extremamente longo, que pode chegar a durar até 18 meses em certas condições. O nome Phalaenopsis é originado do grego, significando “parecido com mariposa”, devido ao formato das suas flores. O gênero engloba em torno de 46 diferentes espécies, sendo todas elas perenes (vivem mais de 02 anos). Mas a maioria das que encontramos à venda é híbrida e não espécies puras. Essas orquídeas são em geral epífitas (...). Alguns brotos podem surgir logo após a floração terminar, na haste floral, sendo eles chamados de keikis. Deixe o broto lá até que ele crie raízes e desenvolva pelo menos 02 folhas. Retire o broto da planta deixando 03 cm de haste de cada lado e plante-o em outro vaso. A haste deixada no broto serve de suporte para a nova planta no novo vaso[5]”.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Cápsulas de sementes/ Orquídeas

Numa postagem anterior eu escrevia sobre os polinizadores naturais (borboletas, besouros, abelhas etc. vento, água) e sobre as flores (não orquídeas) que nasciam e cresciam pelo inverno, bem como aquelas mantidas por meio de jardins (ao redor da minha casa). As flores favoreciam a existência e permanência dos animais (polinizadores) próximos às orquídeas, logo a existência de cápsulas de sementes.
Silva (1986) nos diz que, em relação ao momento exato para se colher e fazer o plantio das minúsculas sementes de orquídeas advém com a experiência; observar constantemente a cápsula, principalmente quando apresenta fendas e se aproxima do seu amadurecimento.
O referido autor sinaliza ainda que “na natureza, elas germinam nas matas, quase sempre perto de outras plantas adultas (...). Uma cápsula pode conter cerca de 800 mil sementes e, em estado nativo, essas cápsulas são produzidas pelas abelhas que, ao procurarem sugar o mel das flores, levam no dorso o pólen, ocasionando assim, a fecundação das flores” (SILVA, 1986, p. 44)[1].
Depois de formadas e quando a cápsula se rompe, o veto leva as sementes para várias direções
   Brassavola perrini;
   Catasetum macrocarpum;
   Cattleya labiata;
   Dimerandra emerginata;
   Epidendrum difformis;
   Epidendrum nocturnum;
   Encyclia osmantha (patens);
   Oeceoclades maculata;
   Oncidium cilliantum;
   Polystachya estrellensis;
   Schomburgkia crispa.
Polystachya estrellensis - cápsulas quase amadurecidas.
Depois de algum tempo só restam sementes de Dimerandra emarginata.
Rompida e as sementes foram levadas pelo vento - Epidendrum nocturnum.
Cattleya labiata.
Cápsulas jovens de Schomburgkia rosea.
Uma haste gigante com flores e sementes; Schomburgkia rosea.
Deixa-se gerar cápsulas com muita facilidade - Epidendrum difformis.
Primeiro ano que as Brassavolas perrini sustentam cápsulas.
Brassavola perrini.

[1] SILVA, Waldemar. Cultivo de Orquídeas no Brasil. 6. ed. São Paulo: Nobel, 1986.

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