quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

51 - Orquídea: Oncidium sphacelatum


“Têm preferência por alta luminosidade ou com sombra moderada. Para cultivar, deve-se plantar em um tronco com a base reta não muito largo, para que se possa manter em pé e planta-se a orquídea amarrada a um tutor virado para o leste. (...) estas orquídeas se agrupam em touceiras".
"O nome científico vem do latim Oncidium = "inchaço", "tubérculo" e sphacelatum = "morte", “enfermidade”.
Habitat: "esta espécie é originária de Campeche, no Sul do México, da América Central e da Venezuela. Esta Orquídea cresce sobre árvores. Área de clima úmido e quente de terras situadas abaixo de 1000 m".
Descrição: "o Oncidium sphacelatum é uma orquídea epífita e ocasionalmente rupícola com pseudobulbos cilíndricos achatados lateralmente de que saem apicalmente duas folhas coriáceas estreitas oblongo linguladas, em seu centro nascem duas hastes florais de pequenas e numerosas flores. Possui ramo floral paniculado. Flores em racemo médio de muitas flores de pequeno tamanho de cor amarelo forte com manchas de cor café".
"Oncidium sphacelatum é uma espécie de orquídeas do gênero Oncidium, também chamado de dama dançante, da subfamília Epidendroideae da família das Orquidáceas”[1].
Observação endógena: este Oncidium sphacelatum floriu pela primeira vez (atualmente), desde que o adquiri em maio de 2010, da cidade de Rio Largo – AL. Trata-se de uma floração (somente) numa haste floral, mas que já demonstrou ser uma planta de flores abundantes (inclusive porque cada haste floral forma grande quantidade de ramificações) e resistentes!



Plantada desde a aquisição num pedaço de tronco de coqueiro.


[1]  Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Oncidium_sphacelatum Acesso em nov. de 2012.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

72 - Orquídea: Sophronitis cernua

“É um gênero de orquídeas epífiticas ou litofíticas que ocorre em florestas úmidas ou matas secas do Brasil oriental, Paraguai e nordeste da Argentina. Geralmente reconhecidas por suas flores vermelhas (...)".
"Por serem plantas amplamente conhecidas e cultivadas sua classificação tem despertado acalorados debates desde o ano 2000, quando novas propostas de classificação deste gênero foram apresentadas. Como ainda não há consenso sobre qualquer das propostas, por hora tratamos Sophronitis conforme sua classificação tradicional (...)".
"O gênero Sophronitis foi proposto por John Lindley em Botanical Register; 14: sub t. 1147, em 1828, quando descreveu sua espécie tipo, a Sophronitis cernua, coletada pela primeira vez por William Harrison, em árvores no Bairro do Botafogo/RJ. O nome do gênero refere-se ao pequeno porte das plantas".
Distribuição: "segundo a antiga definição de Sophronitis o gênero é composto por cerca de uma dezena de espécies epífitas, ocasionalmente rupícolas, de crescimento cespitoso, que ocorrem em áreas montanhosas e bastante úmidas, ocasionalmente mais secas da Mata Atlântica, compreendida entre o Paraguai, Argentina e e o estado brasileiro das Alagoas".

Descrição: "apresentam pseudobulbos ovais, verde escuros, acinzentados, densamente agrupados, com uma única folha carnuda, côncava, muitas vezes achatada sobre a planta. A inflorescência surge ao mesmo tempo que uma nova folha sendo que esta funciona como se fosse uma espata. A folha cresce envolvendo os botões e quando esta se abre os botões estão já prestes a abrirem também. Conforme a espécie a inflorescência comporta de 1 a 8 flores, normalmente vermelhas, mas também ocasionalmente alaranjadas, amarelas ou rosadas".
"Em regra as flores são bastante grandes quando comparadas ao tamanho das plantas, de segmentos quase sempre bem explanados, possuem labelo trilobado, da mesma cor que as pétalas e sépalas com ou sem uma mancha amarelada ou rosada próxima da coluna"[1].
“(...) São melhor cultivadas em vasos pequenos, bem drenados ou pedaços de pau com casca rugosa e sem tanino, em luminosidade intermediária. Tanto os vasos como os pedaços de pau em que estiverem plantadas, melhor se colocados para o lado do nascer do sol. Apreciam boa umidade do ar o ano todo"[2].

Observação endógena: esta pequena orquídea chegou até mim o ano passado e de repente floriu em duas pequenas flores. está fixada num dos barrotes que sustenta a estrutura de (tela) do "orquidário".

[1]   Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Sophronitis>. Acesso em: fev. de 2012.

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