segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Bromélia: Vriesea gigantea

“As Bromeliáceas são típicas das zonas tropicais americanas e comuns nas matas brasileiras. São em geral epífitas – elas vivem sobre galhos de árvores, que utilizam como suportes, sem delas nunca depender em seu sistema alimentar. Parecem extrair nutrientes do ar, da poeira e de eventuais bactérias. Abrangem cerca de 1.700 espécies e estão agrupadas em 46 gêneros. As flores podem ser isoladas, em espigas com brácteas, ou em cachos”. (NOVA ENCICLOPEDIA BARSA. 6 ed. São Paulo. Barsa Planeta Internacional Ltda., 2002).
“A família das Bromeliáceas abriga mais de 3.000 espécies e milhares de híbridos. Com uma única exceção, todas são nativas das Américas, sendo que o abacaxi é a mais popular delas. Só no Brasil, existem mais de 1.500 espécies".

"As bromélias não são parasitas como muitas pessoas pensam. Na natureza, aparecem como epífitas (simplesmente apoiando-se em outro vegetal para obter mais luz e mais ventilação), terrestres ou rupícolas (espécies que crescem sobre as pedras) e compõem uma das mais adaptáveis famílias de plantas do mundo, pois apresentam uma impressionante resistência para sobreviver e apresentar infinitas e curiosas variedades de formas e combinações de cores".
"As bromélias estão divididas em grupos chamados gêneros - que hoje são mais de 50. A maioria das espécies de um mesmo gênero tem características e exigências iguais. Gêneros diferentes requerem diferentes variações de luminosidade, rega e substrato". 

No cultivo, os gêneros mais comuns são:
•AECHMEA • BILLBERGIA • CRYPTANTHUS • DYCKIA • GUZMANIA• NEOREGELIA • NIDULARIUM • TILLANDSIA • VRIESEA
"A maioria das bromélias pode ser plantada em vasos, mas podemos mantê-las sobre troncos ou xaxim. As Tillandsias, de folhas acinzentadas, não se adaptam ao plantio em vasos, preferindo os troncos". 
"As bromélias crescem em quase todos os solos, levemente ácidos, bem drenados, não compactados e que propiciem condições de bom desenvolvimento para o sistema radicular. O substrato deve ter partes iguais de areia grossa ou pedriscos, musgo seco (esfagno) ou xaxim e turfa, ou mesmo húmus de minhoca". 

"O importante é que a mistura possibilite uma rápida drenagem. Cryptanthus e Dyckias crescem bem no mesmo tipo de mistura, acrescentando-se, ainda, uma parte de terra ou folhas secas moídas". Fonte: Sociedade Brasileira de Bromélias. 

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