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quarta-feira, 6 de maio de 2015

Lançamento do volume 3 do livro Orquídeas da Serra do Castelo/ES, Brasil


Olá a todas as pessoas que visitam o nosso blog: “Orquídeas-Bromélias”! Trago com muito gosto uma mensagem enviada pelo orquidófilo Renato Ximenes, a respeito do seu admirável trabalho; trata-se do lançamento d’um livro sobre Orquídeas.
“Lançamento do terceiro volume da Série Orquídeas da Serra do Castelo (Espírito Santo, Brasil), segundo que será lançado desta coleção, composto por 400 páginas em papel couché alto brilho, com centenas de fotos e desenhos em nanquim, onde serão apresentadas aproximadamente 169 espécies de 34 gêneros, incluindo: Cattleya, Hadrolaelia, Laelia, Epidendrum, Encyclia, Prostechea, Pseudolaelia, Dimeranda, Eulophia, Elleanthus, Sobralia, Liparis, Malaxis, Bulbophyllum, Polystachya, Oeceoclades, Govenia, Cyrtopodium, Catasetum, Galeandra, Grobya, Cycnoches, Isochilus, Nemaconia, Brassavola, Dungsia, Hoffmannseggela, Sophronitis, Jacquiniella, Scaphyglottis, Constantia, Isabelia, Leptotes e Campylocentrum”.
“Esta coletânea tem como objetivo apresentar TODAS AS ESPÉCIES, oferecendo para cada uma, nota taxonômica, descrição morfológica e, muitas vezes, uma iconografia constituída de uma prancha botânica e uma fotografia em cores”.
“Sabe-se que no Brasil existem cerca de 2.500 espécies de Orquídeas (quantidade recalculada), e dessas, cerca de 730 espécies (30%) habitam a Serra do Castelo (também conhecida como Serra do Espírito Santo). Nesses últimos 13 anos, elas foram estudadas e pesquisadas intensivamente, para serem apresentadas nessa coleção de 4 livros científicos bilíngues francês-português, que estamos disponibilizando agora”.
Os interessados deverão enviar um e-mail para Renato Ximenes Bolsanello, por meio de renatoxb@hotmail.com informando o nome completo, endereço completo e número de telefone para contato.

 

Prostchechea abbreviata - flores 2014

Trazemos mais uma postagem sobre a Prosthechea abbreviata, uma micro orquídea muito bela e de fácil cultivo.
“Encontradas desde o México, Guatemala, El Salvador, Honduras, Nicarágua, Costa Rica, Panamá, Colômbia, Equador, Brasil e Peru (...), ocorrendo de forma epífita entre 100 a 1.400 m de altitude em florestas verdes tropicais úmidas. Com pseudobulbos ligeiramente comprimidos, folhas coriáceas obliquamente, de onde emerge a floração, geralmente no final da primavera e no verão (...)”.
“Esta espécie é semelhante ao Anacheilium calamriam, mas difere por ser maior no tamanho da planta e no tamanho da flor”.
Sinônimos: Encyclia abbreviata (.Schltr) Dressler, 1961; Epidendrum abbreviatum Schltr. 1906; Epidendrum prorepens Ames 1923; Prosthechea abbreviata (Schltr.) WE Higgins 1997[1].
 

[1] Disponível em: http://www.orchidspecies.com/anaabbreviata.htm Acesso em fev. de 2014.

domingo, 3 de maio de 2015

Lançamento do último livro da coleção: "As orquídeas da Serra do Castelo" Vol. 1

A Serra do Castelo, também conhecida como Serra do Espírito Santo, é uma ramificação da Serra da Mantiqueira e ocupa as áreas montanhosas centrais do Espírito Santo. Possui  altitude média de 758m, com as maiores cotas de altitudes concentradas na área central da Serra, sendo seu ponto culminante o Pico do Forno Grande, o quinto maior do Espírito Santo, situado no município de Castelo, com seus 2039m de altitude. A característica principal do relevo da Serra do Castelo são os muitos e belos vales, cavados por numerosos cursos d'água que nascem na Serra do Castelo, devido ao alto índice pluviométrico da região (cerca de 2.300mm de precipitação média anual), com clima tropical de altitude - possui temperaturas bem amenas nas quatro estações do ano que, aliás, são bem definidas. As menores temperaturas da serra são registradas no Alto Melgaço, no Forno Grande e na Pedra do Garrafão, que registram pelo menos 2 dias de geada por ano[i].

Foi lançado em 2013 o início da coleção de 04 livros científicos que teve entre seus principais objetivos descrever todas as orquídeas da região da Serra do Castelo, que até então não se tinha ideia, porém certeza de um grande potencial, já que a região sempre foi tida como a maior concentração de endemismo do país. Os autores passaram 15 anos pesquisando a região para apresentar um estudo preciso com fotos, desenhos e descrições científicas que enfim se encontra pronto. A coleção completa possui  mais de 1700 páginas em papel couché alto brilho, fotos em alta definição e desenhos a bico de pena para quase todas 700 orquídeas. Neste volume 01 que está sendo lançado agora, é apresentado também a Geografia, Geologia e clima desta região além da história dos primeiros desbravadores de orquídeas que visitaram o ES, índice remissivo, chaves de identificação de orquídeas e, é claro orquídeas! Neste volume apresentaremos as Orquídeas Terrestres

Os autores Dr. Guy R. Chiron e M. Sc. Renato Ximenes Bolsanello são os responsáveis por este primeiro inventário completo das Orquídeas do Espírito Santo. 

Com meus melhores cumprimentos, Renato Ximenes Bolsanello.
Adquira o Vol. 1 ou toda a Coleção através do celular: (11) 97111-4321
 
Folhas internas - Vol. 2.
Folhas internas - Vol. 3.
Folhas internas - Vol. 4.

[i] Adaptado da Wikipedia.

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Cyrtopodium polyphyllum - flores 2014

Em 2014, a segunda floração do meu Cyrtopodium polyphyllum foi superior a de 2013. Fazendo jus a robustez e a boa quantidade de seus bulbos.
Para se ter uma ideia foram 6 pseudobulbos em floração e mais de 400 flores produzidas.
Olha o tamanho que estava pouco antes de florir!
Ao tempo que emite novos bulbos, as hastes já os vem rasgando!
 
 
 
 

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Brassia rex - flores 2014

Antes, a orquídea Brassia rex sempre esteve em minhas listas de desejos (por exemplo, a Lista de Desejos 1) e quando consegui uma muda e presenciei as primeiras flores, tive todas as expectativas superadas, porque as flores são fantásticas e atrativas.
Aumentando as flores em relação a 2013, a minha Brassia rex veio em 2014 com produção de flores em 2 hastes florais, totalizando 18 flores belíssimas.
 
 

quarta-feira, 15 de abril de 2015

257 - Orquídea: Eltroplectris rosea-alba

A publicação de hoje é sobre uma incrível orquídea terrestre, do gênero Eltroplectris, daquelas que a gente ver as primeiras flores e se apaixona!

O Eltroplectris rosea-alba é uma planta rara e pouco vista. A flor é branca e possui estrias no labelo cor de carmesim.
“O gênero Eltroplectris, segundo Dressier, ocupa dentro da família orquidácea a seguinte posição”:
Subfamília: Spiranthoideae;
Tribo: Cranichideae;
Subtribo: Spiranthinae;
É sinônimo do gênero Pteroglossa rose-alba.
“A planta ocorre na Venezuela em mata sazonal e campos relvados em altitudes até 1.200m. A espécie se encontra desde a América Central até o Brasil e a Bolívia, porém sempre escassamente, devido a problemas ecológicos com a polinização[i]”.

Eltroplectris é um gênero botânico pertencente à família das orquídeas. Foi proposto por Rafinesque em Flora Telluriana, em 1836. Sua espécie tipo é a Eltroplectris calcarata (Sw.) Garay & H. R.Sweet. O nome do gênero vem do grego eleutheros, livre, e plectron, calcar, em referência ao esporão formado pela base das sépalas e pé da coluna de suas flores”.
“É composto por espécies terrestres, que vivem em climas variados, mas normalmente preferem campos secos, como o cerrado, e florestas arbustivas. Podem ser encontradas em todos os estados da costa brasileira (...). Existem também nos outros países da América do Sul, que margeiam a Amazônia, além de algumas ilhas do Caribe, na Flórida, Paraguai e Argentina, do nível do mar até 1.000 m de altitude”.
“Eltroplectris apresenta raízes carnosas, pilosas; (...) folhas de longos pecíolos, verdes escuras ou arroxeadas, inflorescência pubescente na extremidade. As flores algumas vezes são vistosas, com a sépala dorsal livre e ereta e sépalas laterais algo concrescidas. A base de labelo está colada à base das sépalas laterais formando o calcar e seus lobos laterais à base da coluna[ii]”.

Observação endógena: é penoso dizer que esta é uma orquídea que não floresce com regularidade (pelo menos sob os meus cuidados), isto porque a beleza de suas flores é incrível, merecendo ser vista constantemente.
Quando comecei a cultivar esta planta, sequer sabia que se tratava de uma orquídea terrestre, mas após várias pesquisas e com a ajuda de um amigo (daqui do Blog e também participante do grupo Orquidófilos de Alagoas, no Facebook), O Paulo, conseguimos identificá-la em meio ao gênero Eltroplectris, aliás, nós não, ele. Por isso a minha gratidão e a minha dedicatória desta postagem ao Paulo!
 
 
 
 
 
 

[ii] Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Eltroplectris Acesso em dez. de 2014.