Pesquisar este blog

Carregando...

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Cattleya labiata - flores 2014

Sobre as Cattleyas labiatas toda e qualquer postagem ainda é pouco, pois as suas qualidades são muitas e até impressionantes... Mesmo sendo Cattleyas labiatas tipo, cada uma delas reserva uma particularidade: uma mais suave, outra quase rubra!
Não deixarei links sobre as postagens das Cattleyas, pois elas são muitas, basta usar a caixa de pesquisa do blog que encontrarão várias postagens sobre elas.
Por enquanto deixo algumas (na verdade, muitas) flores de três mudas de Cattleyas labiatas floridas este ano.
  • Com tonalidade mais suave:
 
  •  A seguir flores de cores mais intensas:
 
 
 
 
 
 
 

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Oncidium cilliatum - flores 2014

Esta é a terceira vez que publico sobre o Oncidium cilliatum e, cada vez mais, obtenho fotos interessantes de suas flores, o que faz com que descubramos mais as belezas e os detalhes dessas pequenas. Antes, quase relegado, hoje em dia esta espécie de Oncidium tem lugar especial em minha modesta coleção!
Inicialmente postei sobre ele em 2011 e depois, apenas em 2013, já na "lógica" das Postagens 2013.
Enfim, espero que apreciem também essas flores, que abaixo destaco!
Aqui nos usamos um recurso da câmera, que destaca as cores amarelas.
 
 
 

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Epidendrum difformis - flores 2014

Eu havia publicado sobre o Epidendrum difformis apenas em 2012. De lá para cá não houve postagens sobre esta orquídea, porque a única muda que tinha havia morrido. Ela definhou porque estava em um vaso de fibra de coco (em substrato normal para orquídeas), que fazia com que as raízes ficassem úmidas por mais tempo, após as regas, o que fez com que a planta morresse por excesso de água. Percebi isto e logo que consegui outras mudas de Epidendrum difformis coloquei-as amarradas em pedaços de madeira, com algum sphagno e um pouco de substrato, o que garante que as raízes sequem mais rápido; o resultado foi perceptível e elas tem florido e se desenvolvido muito bem.
 
 
 
 

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Dimerandra emarginata - flores 2014

As dimerandras, especialmente a da espécie emarginata é uma orquídea de fácil cultivo e que, inclusive, suporta algumas horas de sol direto, aliás é esse contato quase constante com a luz do sol que lhe faz ter as flores abertas; de um pequeno botão surge uma linda e "grandiosa" flor (na verdade, várias flores).
Aqui no Blog, temos postagens quase sequenciais sobre esta Dimerandra, sendo uma em 2011 e a última em 2013.
As fotos abaixo são das flores produzidas neste ano de 2014 (este ano elas iniciaram em março e perduraram - flores secam/botões abrem - até agosto, em pouco mais de 35 flores)... Espero que gostem! Desde já agradeço a possibilidade de partilha!
 
 
 
 
 
 
 

domingo, 30 de novembro de 2014

Slc. golden acclaim richella - flores 2014

Como tinha afirmado na primeira postagem sobre esta Slc. golden acclaim richella ela é fruto de um presente! Um presente que, por sua vez, me presenteou em dose dupla este ano. Enquanto na primeira floração ela produziu apenas uma 1 flor, esta ano foram 2 belíssimas flores. Nelas, podemos constatar uma tonalidade ainda mais intensa: nas pétalas, sépalas e labelo, do que aquela vista na primeira floração.
Como indica um dos seus sobrenomes (acclaim - do italiano), estas flores nos induzem a uma verdadeira aclamação dourada!
 
 
 

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Polystachya estrellensis - flores 2014

Esta já é a nossa 3ª postagem sobre essa espécie de Polystachya (tendo sido uma em 2012 e outra em 2013); o que nos faz voltar a publicar sobre ela, dentre outros motivos, é o fato de estar obtendo cada vez mais, outros olhares, através das fotos de suas pequenas flores...
Trata-se de uma espécie de fácil cultivo e que pode - inclusive - ser cultivada fora do orquidário, amarrada em árvores, que se desenvolverá muito bem.
 
 
 
 
 

sábado, 15 de novembro de 2014

149 - Orquídea: Encyclia vespa


“Encyclia vespa é uma espécie amplamente encontrada em toda a América Central, do Sul e Índias Ocidentais. Originalmente, ela foi classificada como Epidendrum vespa (1827) e manteve-se neste gênero, até que foi reclassificada como uma Encyclia (1971), quase 150 anos depois”. 
“Pode ser encontrada em todo o Brasil, o que indica a sua capacidade de adaptação a diversos climas. Cresce nas altas regiões montanhosas, regiões costeiras quentes, úmidos, bem como nas áridas planícies do interior (...)”. 
Descrição: tem pseudobulbos cilíndricos ou alongados. (...) as folhas são planas e arborizadas, com 2-4 folhas por cada pseudobulbo. Tem um hábito de crescimento simpodial”. 
Flores: “8 a 15 flores crescem em uma única haste. As flores são bem espaçadas e em hastes curtas. Curiosamente, as flores crescem de cabeça para baixo na espiga. São pequenas (3 cm). (...) as pétalas e sépalas são verdes com marrom avermelhado e manchas delicadas. As pétalas são separadas e elípticas e curvas de distância da flor. O lábio cremoso é uma forma exclusiva: (...) sem lóbulos laterais, que fica em pé e ereto longe das pétalas. As flores são de longa duração e normalmente aparecem no verão”.
Dicas de Cultura: “esta orquídea tolera uma ampla gama de condições de frio em ambientes quentes. Em climas intermediário e quente, pode-se cultivá-las [como se cultiva] as Cattleyas. Elas gostam de serem suspensas em vasos para haver uma boa circulação de ar, que também lhes permite secar adequadamente entre as regas (...)”. 
“Encyclia vespa também é conhecida como Epidendrum vespa, Epidendrum crassilabium, Epidendrum varregatum e Epidendrum tigrinum, dependendo do país em que está localizada[1]”.

Observação endógena: adquirimos esta orquídea em maio de 2013. Advinda do frio do sul do Paraná, não teve dificuldades para se adaptar e se renovar no calor do Nordeste do Brasil. Então, este ano, no início de julho, ela iniciou esta florada, em apenas 2 botões. As 2 flores duraram por mais de 1 mês e 15 dias. De características incomuns, como dito anteriormente, as flores nascem como se de cabeça para baixo, por causa da forma do seu labelo. A parte posterior das flores é totalmente branca.
 
 
Quando uma das flores começa a murchar, ainda é espetacular!

[1] Disponível: <http://www.viviorchids.com/index.php?module=webpage&id=5&page=12>. Acesso mai. de13.