Pesquisar este blog

Carregando...

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Bromélia: Tillandsia aeranthos albo-bracteata

"(...)Tillandsias Cinzas: quase todas as espécies de Tillandsias cinzas crescem em áreas sub-úmidas ou sub-áridas com alta umidade atmosférica. Preferem o sol, por isso crescem nas partes mais altas do bosque ou rochas. Muitas destas variedades são epífitas. Como plantas que praticamente não carecem de raízes têm uma forma de vida muito peculiar. Sua aparência cinza resulta do fato de seus talos e folhas estarem cobertos por pequenas escamas - tricomas, que são pelos complexos produzidos pela epiderme das folhas e talos. Estas morrem e se enchem de ar, refletindo a luz (...)"[i].

Observação endógena: apesar de pequena, se constituiu numa ótima surpresa, ao ver a elegância e a cor singular dessas pequenas flores. A estrutura lembra a maioria das bromélias deste incrível gênero.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

3 - Aquisições 2016

Após as duas Aquisições maiores, obtidas em 2014, de lá para cá vinha adquirindo uma orquídea aqui outra ali, além de algumas permutas, e sinceros ganhos etc.
No início deste mês, porém, adquiri um número maior de orquídeas, através de alguns orquidários fincados no Sudeste do país, São Paulo e Rio de Janeiro.
Excetuando a Maxillaria tenuifolia (que já tive, mas perdi, por conta do clima), todas as demais são inéditas na modesta coleção.
Arundina graminifolia var. alba
Bulbophyllum carunculatum.
Bulbophyllum elassonotum.
Bulbophyllum rothschildianum.
Cattleya walkeriana tipo.
Chysis bractescens.
Maxillaria tenuifolia.
Rhyncholaelia digbyana.
Zootrophion atropurpureum.

sábado, 23 de janeiro de 2016

Cápsulas de sementes, Orquídeas - parte 2

Em abril de 2013 publiquei uma postagem sobre cápsulas de sementes de orquídeas, a qual obteve bastante aceitação por parte dos leitores e amigos do blog; cerca de um ano depois publiquei especificamente sobre sementes de bromélias, no caso, uma Tillandsia aeranthos albo-bracteata.
Neste postagem trago algumas cápsulas de orquídeas que mostrei também na postagem anterior, bem como uma parcela de novidades, confira abaixo:
Cápsula do híbrido "Blc waikiki gold 'Lea' (antes e depois).
Cápsula de 'Cattleya labiata' (antes e depois, já rompida).
Cápsulas de 'Cyrtopodium polyphyllum. 
As gigantes cápsulas de 'Catasetum macrocarpum' (antes e depois).
Cápsulas de 'Epidendrum difformis'.
Pequenas cápsulas de 'Ionopsis utriculariodes'.
Cápsula de 'Lockhartia hook lunífera' (antes e depois).
Cápsulas da orquídea terrestre 'Oeceoclades maculata'.
Dezenas de cápsulas de 'Polysthachya estrellensis'.

Cápsulas de 'Prostchechea abbreviata'.
Cápsulas de 'Schomburgkia rosea'.
Cápsula de uma espécie desconhecida de 'Vanilla' ( em algumas espécies se trata do único derivado de orquídea que é consumido comercialmente, é só lembrar da baunilha).

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

240 - Orquídea: Bc Maikai mayumi

“(...) um detalhe curioso é que a parte de trás das pétalas é mais colorido do que a frente. Brassocattleya Maikai é um híbrido intergenérico, um cruzamento entre Cattleya e Brassavola nodosa bowringiana. Cattleya, o pai de pólen, forneceu a cor lavanda deste híbrido; a Brassavola, o pai da semente, doou sua fragrância, as formas das folhas, e as suas manchas (...)[i]”.
“Planta de porte médio, muito florífera, entouceira com muita facilidade (...). Este clone tem como característica apresentar pintalgados nos versos de pétalas e sépalas[ii].

Observação endógena: desde algum tempo este híbrido esteve na minha singela Lista de Desejos, é verdade que eu não cheguei a publicar seu nome no decorrer das últimas 5 Listas, porém, ela era um dos meus planos de aquisição, fato que se concretizou no início de 2014. De lá para cá já foram 9 flores, numa crescente produção que envolve também a expansão da planta. De excelente adaptação no clima quente e seco do Nordeste do Brasil, este híbrido tem se mostrado bastante resistente, inclusive a pragas comuns em diversas espécies, a exemplo da cochonilha. Sua aquisição, certamente, enriquecerá qualquer coleção!
Quando as flores estão próximas de murchar, ficam esbranquiçadas.

[i] Disponível em: http://orquideasjr.blogspot.com/2015/01/bcmaikai-mayumi.html Acesso em nov. de 2015.
[ii] Disponível em: http://www.orquideasecia.com.br/bc-maikai-louise.html Acesso em ago. de 2014.

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

108 - Orquídea: Lc MEM. Dr. Peng "Deep'

Praticamente não tenho encontrado coisas (escritas) significativas sobre este híbrido, exceto esse pequeno trecho que destaco abaixo: Lc. Memoria Dr. Peng 'Deep' (Cattleya Sedlescombe x Lc. Cynthia) híbrido registrado por (Chen, Chung-Chweng em 1960). Gosta de meia sombra, calor e boa umidade ambiental[i].

Observação endógena: o que posso acrescentar é que esse híbrido tem se desenvolvido bem, inclusive produzindo flores, algo bastante importante (por aqui a umidade é pouca), ainda assim ela produziu 3 belas flores, cerca de 03 anos após a sua aquisição, quando possuía uma tamanho pequeno.



sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

198 - Orquídea: Ornithofhora radicans

Terminada a série de postagens sobre algumas orquídeas que floriram em 2015 é chegada a hora de postar sobre "novas orquídeas" e as novidades em bonitas florações.
“O gênero Ornithophora tem origem da união das palavras ornis: pássaro e phoros: rolamento, em referência a vista lateral da coluna da flor que se assemelha com um pássaro. Esta espécie é endêmica do Brasil e de fácil cultivo. Sua inflorescência fica em torno de 10 cm, contendo de 8 a 12 flores, sendo que cada flor apresenta apenas em torno de 1 cm de diâmetro (...)[i]”.

Cultivo: fácil.
Floração: verão.
Duração das flores: três semanas.
Tamanho quando adulta: até 25 cm.
Tamanho da flor: 1 cm.
Nome correntemente utilizado: Ornithophora radicans.
Autor: Leslie Garay e Guido Pabst.
Data da publicação: 1951.
Origem: ao longo da Serra do Mar no sudeste e sul brasileiros.
Habitat: epífita em florestas quentes e úmidas.
Altitude: 400 a 1.200 metros.
Nota: originalmente descrita em 1864 por Reichenbach como Sigmatostalix radicans foi posteriormente movida para o gênero Ornithophora, criado por João Barbosa Rodrigues em 1882”.
Espécies semelhantes: nenhuma, possivelmente a mais próxima é o Oncidium raniferum”.
Características distintivas: é facilmente reconhecida tanto pela planta, que lembra uma touceirinha de capim, como pelas flores[ii]”.

(...) aqui a muda foi separada em dois vasos (cerâmica com uma tala de xaxim para que ela suba) e está indo muito bem, já com uma moita muito bem formada. No começo achei que precisaria de muita umidade, mas desde que mudei certas coisas no orquidário, ela está longe do lago e, aparentemente, está até melhor. Ambas os vasos que tenho estão em flor. O único detalhe é que não estão abrindo ao mesmo tempo (...)[iii]”. Podem ser dependuradas no orquidário.

Observação endógena: esta é uma daquelas pequenas orquídeas com sensações de grande orquídea... Como assim? - Para mim essa sensação ocorre quando, mesmo sendo micro orquídea consegue me transmitir uma leitura muito nítida de suas flores (os mais simples detalhes que ela possa ter), bem como o seu comportamento pouco alterado, mesmo quando ela é tratada em conjunto com as demais, no que se refere especialmente as regas que faço.


[i] Em: http://orquidariotradicao.wordpress.com/2012/01/30/ornithophora-radicans/ Acesso em jan. de 2014.
[ii] Em: http://www.colibriorquideas.com/especies/Ornithophoraradicans.php Acesso em out. de 2013.
[iii] Em: http://www.orquidariofaisca.com.br/2013/02/11/1114-ornithophora-radicans/ Acesso em jan. de 2014.