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segunda-feira, 18 de maio de 2015

Phalaenopsis alba - flores 2014

Em relação a floração de 2014 desta Phalaenopsis podemos destacar dois fatores até então inéditos: a ocorrência de polinização natural e o desenvolvimento de uma cápsulas de sementes (a primeira entre todas as floradas de minhas duas orquídeas deste gênero) e a produção de flores em duas hastes florais simultâneas. Mas, para não perder a mania, além de uma simplória foto da cápsula e das duas hastes pequenas, trago fotos de algumas de suas flores incríveis.
 
Esta é a cápsulas de sementes, em formação.

quinta-feira, 14 de maio de 2015

As orquídeas da Serra do Castelo/ES, V. 1

A Serra do Castelo, também conhecida como Serra do Espírito Santo, é uma ramificação da Serra da Mantiqueira e ocupa as áreas montanhosas centrais do Espírito Santo. Possui  altitude média de 758m, com as maiores cotas de altitudes concentradas na área central da Serra, sendo seu ponto culminante o Pico do Forno Grande, o quinto maior do Espírito Santo, situado no município de Castelo, com seus 2039 m de altitude.

A característica principal do relevo da Serra do Castelo são os muitos e belos vales, cavados por numerosos cursos d'água que nascem na Serra do Castelo, devido ao alto índice pluviométrico da região (cerca de 2.300 mm de precipitação média anual), com clima tropical de altitude - possui temperaturas bem amenas nas quatro estações do ano, que aliás são bem definidas. As menores temperaturas da serra são registradas no Alto Melgaço, no Forno Grande e na Pedra do Garrafão, que registram pelo menos 2 dias de geada por ano*.

Foi lançado em 2013 o início da coleção de 04 livros científicos que teve entre seus principais objetivos descrever todas orquídeas da região da Serra do Castelo, que até então não se tinha ideia, porém certeza de um grande potencial, já que a região sempre foi tida como a maior concentração de endemismo do país. Os autores passaram 15 anos pesquisando a região para apresentar um estudo preciso com fotos, desenhos  e descrições científicas que enfim se encontra pronto. A coleção completa possui  mais de 1700 páginas em papel couché alto brilho, fotos em alta definição e desenhos a bico de pena para quase todas 700 orquídeas. Neste volume 01 que está sendo lançado agora, é apresentado também a Geografia, Geologia e clima desta região além da história dos primeiros desbravadores de orquídeas que visitaram o ES, índice remissivo, chaves de identificação de orquídeas e, é claro orquídeas! Neste volume apresentaremos as Orquídeas Terrestres

Os autores Guy R. Chiron e Renato Ximenes Bolsanello são os responsáveis por este primeiro inventário completo das Orquídeas do Espírito Santo.
Atenciosamente, Renato Ximenes Bolsanello
(11) 97111-4321
*. Adaptado de Wikipedia

quarta-feira, 13 de maio de 2015

201 - Orquídea: Epidendrum Paniculatum


"Epidendrum paniculatum é uma orquídea epífita no gênero Epidendrum. Esta planta floresce no verão com muitas flores de 2,5 cm de largura. As flores são perfumadas. É encontrada na floresta de Belize, Costa Rica, Panamá, Ilhas de Barlavento, Guiana Francesa, Suriname, Guiana, Venezuela, Colômbia, Peru, Bolívia, Brasil e Argentina em altitudes até 2.100 m. As plantas crescem em clima quente e pode ser cultivado em tamanho médio de casca de pinheiro com perlita. Prefere períodos de secagem entre rega e luz brilhante. É recomendado alongar período de secagem um pouco no inverno[i]”.
O nome da espécie "Paniculatum" quer dizer "com Panículas", ou seja, um tipo de inflorescência que se caracteriza por um cacho composto, no qual os ramos vão decrescendo da base para o alto, logo, em forma de pirâmide.
 
Observação endógena: mesmo sem mencionar em nenhuma das minhas Listas de Desejos postadas até agora, a aquisição deste Epidendrum sempre esteve em meus planos. A sua aquisição se concretizou em outubro de 2013 e foi necessário pouco mais de um ano de espera até o contemplar de suas primeiras flores (19 ao todo), que desabrocharam por volta de fevereiro de 2015. As flores são pequenas, mas se destacam bastante, inclusive pelo perfume agradável que liberam.
 
 

[i] Disponível em: http://orchids.wikia.com/wiki/Epidendrum_paniculatum Acesso em out. de 2013.

sexta-feira, 8 de maio de 2015

247 - Orquídea: LC. Mary Ellen Carter 'Dixie Humminbird'


“Planta de porte médio/grande com potencial para sustentar de 4 a 6 flores grandes com um belíssimo colorido entre o amarelo e o vermelho que lembram chamas de fogo. Planta de fácil cultivo[i]”.
Indicações de cultivo:
Sombreamento: 50 a 70%;
Substrato: mistura de cascas, carvão e isopor;
Vaso: plástico, barro ou caixeta de madeira. No caso de amarrar em arvores, as plantas devem ser regadas 2 a 3 vezes por semana até o enraizamento no tronco[ii]”.

The Mary Ellen Carter ou A Mary Ellen Carter é uma canção escrita e gravada por Stan Rogers, cuja letra conta a história de um esforço heroico para salvar um navio que estava afundado, de nome The Mary Ellen Carter.

Ela desceu em outubro passado em uma chuva derramando.
O capitão, ele tinha bebido e da Mate, ele não sentiu dor .
Demasiado perto de Three Mile Rock, e ela foi tratada do seu golpe mortal ,
E a Mary Ellen Carter ficou abaixo .
Havia cinco de nós a bordo quando ela finalmente foi inundada .
Nós tínhamos trabalhado como o inferno para salvá-la, tudo sem se importar com o custo.
E o gemido ela deu como ela desceu, causou-nos a proclamar,
Que a Mary Ellen Carter iria subir novamente!

Bem, os proprietários a escreveu; não em um níquel, porque eles gastariam.
Ela deu vinte anos de serviço, meninos, em seguida, encontrou seu triste fim.
Mas seguro pago a perda para eles, deixá-la descansar abaixo.
Em seguida, eles riram de nós e disse que tínhamos que ir.
Mas nós falamos dela durante todo o inverno, alguns dias em torno do relógio,
Para ela vale um quarto de milhão, à tona e na doca .
E com cada frasco que acabou acertando o travessão, juramos que permaneceríamos
E faríamos a Mary Ellen Carter subir novamente.

Subir novamente, subir novamente, que seu nome não fosse perdido
Para o conhecimento dos homens.
Os que amavam o seu melhor e foram com ela até o fim
Fará com que a Mary Ellen Carter suba novamente.

Todas primaveras, agora, nós estivemos com ela em uma barca emprestado por um amigo.
três mergulhos um dia no terno chapéu duro e duas vezes eu tive as curvas.
Graças a Deus, é apenas 60 pés e as correntes aqui são lentas
Ou eu nunca teria força para ir abaixo.
Mas nós remendado suas rendas, detivemos suas aberturas, pertinaz escotilha e
vigia para baixo.
Coloque cabos a ela: 'frente e para trás e birded em torno dela.
Amanhã, ao meio-dia, nós batemos o ar e, em seguida, levar até a cepa.
E assistir a Mary Ellen Carter subir de novo.

Para nós não poderíamos deixá-la lá, você vê, a desmoronar-se em escala.
Ela salvou nossas vidas tantas vezes, vivendo através do vendaval
E os que riem, ratos bêbados que deixavam a uma sepultura muito
Eles não vão estar rindo em um outro dia.
.. E você, a quem a adversidade tem tratado o golpe final
Com bastardos sorrindo mentindo para você onde quer que vá
Vire-se para, e colocar para fora toda a sua força de braço e coração e o cérebro
E ver como a Mary Ellen Carter, vai subir novamente.
Subir novamente, subir novamente - embora o seu coração queira ser quebrado
E sua vida prestes a terminar
Não importa o que você perdeu, seja uma casa, um amor, um amigo.
Com a Mary Ellen Carter, vai subir novamente
[1].

“A canção se tornou um clássico do gênero e muitos artistas [a gravaram] mesmo antes da morte de Rogers, incluindo Jim Mensagem que começou a realizá-la na década de 1980, Makem e Clancy, e o Inglês, Artisan, que passou a popularizar sua versão em círculos populares do Reino Unido durante os anos 1980 e 1990; [além] de Portland e Maine (...). Ian Robb gravou com os outros membros do tipo Finest em seu álbum de Anjos Diferentes. Foi gravada [também] pela banda The Descendants - irlandesas - como parte do álbum de tributo Remembering Stan Rogers (...). Foi gravada por Williamsburg e Virginia [a partir] da banda de rock celta (Coyote Run) como parte de seu álbum (...)[1]”. 
“Como um tributo a Stan Rogers, The Mary Ellen Carter foi cantada para fechar a anual Winnipeg Folk Festival todos os anos desde a sua morte[2]”.

Observação endógena: como se pôde ler é uma orquídea que tem uma bela história, especialmente no que se refere ao belo nome "The Mary Ellen Carter". Quanto as cores, acredito que por ser a primeira florada, ela economizou bastante no tom avermelhado (das laterais das pétalas e sépalas para o centro), o que comumente é mais intenso.
 
[i]  Disponível em: http://www.orquideasecia.com.br/lc-mary-ellen-carter-dixie-humminbird-ad.html Acesso ago. de 2014. 
[ii] https://www.compremudas.com.br/produto/lc.-mary-ellen-carter-%27dixie-humminbird%27-.html Acesso ago. de 2014. 
[1] Disponível em: http://www.vagalume.com.br/stan-rogers/the-mary-ellen-carter.html#traducao Acesso em mai. de 2015. Obs. Salientamos que a tradução foi feita usando aplicativos da internet, de modo que algumas frases e períodos podem ter perdido o real sentido e ou interpretação. 
[2] Disponível em: 


quinta-feira, 7 de maio de 2015

Laelia Jongheana - flores 2014.2

De duas mudas adquiridas esta é a única a prosperar, mais um dos motivos que tenho para cuidar de forma indiscriminada, para além da beleza de suas flores.
Abaixo eu mostro algumas fotos de uma floração desgarrada, no fim de 2014. Desta vez, a flor precisou ser bastante perspicaz, para poder escapar de uma das folhas.
Foram duas as publicações sobre esta Laelia:
Em junho de 2014 (ela voltou a florir alguns meses após).
 
 

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Lançamento do volume 3 do livro Orquídeas da Serra do Castelo/ES, Brasil


Olá a todas as pessoas que visitam o nosso blog: “Orquídeas-Bromélias”! Trago com muito gosto uma mensagem enviada pelo orquidófilo Renato Ximenes, a respeito do seu admirável trabalho; trata-se do lançamento d’um livro sobre Orquídeas.
“Lançamento do terceiro volume da Série Orquídeas da Serra do Castelo (Espírito Santo, Brasil), segundo que será lançado desta coleção, composto por 400 páginas em papel couché alto brilho, com centenas de fotos e desenhos em nanquim, onde serão apresentadas aproximadamente 169 espécies de 34 gêneros, incluindo: Cattleya, Hadrolaelia, Laelia, Epidendrum, Encyclia, Prostechea, Pseudolaelia, Dimeranda, Eulophia, Elleanthus, Sobralia, Liparis, Malaxis, Bulbophyllum, Polystachya, Oeceoclades, Govenia, Cyrtopodium, Catasetum, Galeandra, Grobya, Cycnoches, Isochilus, Nemaconia, Brassavola, Dungsia, Hoffmannseggela, Sophronitis, Jacquiniella, Scaphyglottis, Constantia, Isabelia, Leptotes e Campylocentrum”.
“Esta coletânea tem como objetivo apresentar TODAS AS ESPÉCIES, oferecendo para cada uma, nota taxonômica, descrição morfológica e, muitas vezes, uma iconografia constituída de uma prancha botânica e uma fotografia em cores”.
“Sabe-se que no Brasil existem cerca de 2.500 espécies de Orquídeas (quantidade recalculada), e dessas, cerca de 730 espécies (30%) habitam a Serra do Castelo (também conhecida como Serra do Espírito Santo). Nesses últimos 13 anos, elas foram estudadas e pesquisadas intensivamente, para serem apresentadas nessa coleção de 4 livros científicos bilíngues francês-português, que estamos disponibilizando agora”.
Os interessados deverão enviar um e-mail para Renato Ximenes Bolsanello, por meio de renatoxb@hotmail.com informando o nome completo, endereço completo e número de telefone para contato.

 

Prostchechea abbreviata - flores 2014

Trazemos mais uma postagem sobre a Prosthechea abbreviata, uma micro orquídea muito bela e de fácil cultivo.
“Encontradas desde o México, Guatemala, El Salvador, Honduras, Nicarágua, Costa Rica, Panamá, Colômbia, Equador, Brasil e Peru (...), ocorrendo de forma epífita entre 100 a 1.400 m de altitude em florestas verdes tropicais úmidas. Com pseudobulbos ligeiramente comprimidos, folhas coriáceas obliquamente, de onde emerge a floração, geralmente no final da primavera e no verão (...)”.
“Esta espécie é semelhante ao Anacheilium calamriam, mas difere por ser maior no tamanho da planta e no tamanho da flor”.
Sinônimos: Encyclia abbreviata (.Schltr) Dressler, 1961; Epidendrum abbreviatum Schltr. 1906; Epidendrum prorepens Ames 1923; Prosthechea abbreviata (Schltr.) WE Higgins 1997[1].
 

[1] Disponível em: http://www.orchidspecies.com/anaabbreviata.htm Acesso em fev. de 2014.