domingo, 26 de fevereiro de 2017

Potinara Burana Beauty 'Burana' - flores 2017

Assinalando que estamos na semana de carnaval, nada mais justo do que trazer a alegria, a beleza, enfim as cores vivificantes deste incrível híbrido, o qual desta vez produziu 15 flores, em 3 pseudobulbos.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

316 - Orquídea: Oncidium aloha

Nome Técnico: Oncidium aloha;
Nomes Populares: orquídea chuva-de-ouro;
Origem: México, Brasil e América do Sul.
“Uma orquídea que se destaca por ser de fácil cultivo. Sua floração é abundante com um efeito decorativo de muita delicadeza”.
“Planta herbácea perene de hábito epífita com altura em torno de 35 cm, de pseudobulbos curtos e ovalados e duas folhas estreitas e flexíveis por bulbo”.
“As flores são pequenas, de 1,5 cm x 2,0 cm, reunidas em grande panícula sobre haste de 90 cm, que surgem no final da primavera nos estados do sul do país e duram cerca de 15 dias, conforme a temperatura da época”. As mais conhecidas são as de flores amarelas. Existem também nas cores brancas, róseas, tigradas, marrons e alaranjadas”.
“Seu cultivo é muito simples, em vasos de cerâmica crua, de plástico, placas de coco, mas seu melhor desempenho é quando é fixada a troncos de árvores. Aprecia local à meia sombra e para ripados use cobertura com sombreamento a 50%. É tolerante a frio e calor, resistindo bem a amplitudes térmicas de 3º C a 35º C (...)[i]”.

Observação endógena: esta orquídea é fruto de um presente, ganhado na XXII ExpAOBAL de Maceió/AL, foi uma "recompensa" por ter sido o primeiro a assinar o livro de visitas, o que demonstra o quão cedinho saí de casa, em busca de apreciar bonitas orquídeas na referida Exposição.


[i] Disponível em: http://www.fazfacil.com.br/jardim/orquidea-oncidium/ Acesso em jul. de 2016.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

314 - Orquídea: Dendrobium Star Dust "Fire Bird"

Observação endógena: esta foi uma das poucas orquídeas que adquiri na XXII ExpoAOBAL, ocorrida no ano passado em Maceió/AL. Juntamente com este Dendrodium, que já estava florido, adquiri um Epidendrum e algumas Phalaenopsis.
Ainda não dá pra falar muito sobre esta orquídea, o que percebi é que logo após as flores murcharem, ela já iniciou o crescimento de um novo pseudobulbo, o que é muito bom.
Dendrobium Star Dust "Fire Bird", ou também Dendrobium "poeira estrelar"/ "pássaro de fogo" é uma orquídea  "híbrida de médio porte, com bulbos de 15 a 20 cm de altura; folhas com média de 6 cm de comprimento. A flor atinge uma média de 5 cm de diâmetro e surge no decorrer dos bulbos, de forma unívoca ou em pequenos conjuntos de duas a três flores (floresce comumente na primavera e as flores duram até 15 dias). Tolera clima tropical e sombreamento de até 70%”.
“A folhagem é caduca (ou seja, este Dendrobium perde completamente as folhas em determinadas épocas do ano), especialmente nos pseudobulbos traseiros. Gosta de substrato bem drenado (sendo dos mais diversos tipos)”.
“É originária da Ásia”.
“Quando as hastes florais começarem a aparecer, deve-se evitar o excesso de  regas, para que não haja uma dificuldade na continuidade da floração[i]”.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

291 - Orquídea: Acianthera teres

Sinônimos: Pleurothallis teres, Humboldtia teres, Pleurothallis rupestris, Pleurothallis pachyphylla, Humboldtia pachyphylla, Humboldtia rupestris, Acianthera rupestris”.
Origem: seus habitats naturais (MG e RJ) são em regiões secas e quentes, de clima tropical de altitude: verão úmido e inverno seco”.
Descrição: Acianthera teres é uma pequena espécie de orquídea originária do Brasil, antigamente subordinada ao gênero Pleurothallis. Possui hábito vegetativo principalmente rupícola, às vezes como epífita, vegetando sob sol pleno com suas raízes entre as fendas e rachaduras das rochas quartzito contendo acúmulo de umidade, de detritos trazidos pelas chuvas de verão e de matéria orgânica em decomposição. A umidade nas fendas é renovada pelas serrações em épocas de seca”.
“Acianthera teres vegeta a pleno sol que incide diretamente sobre suas folhas coriáceas, roliças e carnosas perfeitamente adaptadas aos extremos de temperatura e umidade desse tipo de ambiente cujas variações de temperaturas entre o dia e a noite são altas, ou seja, dias quentes e noites frias inclusive com possibilidade de geadas durante o inverno”.
“As folhas são terete-ovalada e pontudas. A inflorescência é ereta, 3 a 10 flores alternadas que se abrem juntas, mas permanecem quase fechadas. As sépalas são de cor vinho com centros amarelados-alaranjados. O labelo vinho-avermelhado é em forma de língua. A tonalidade das folhas variam do verde ao roxo-avermelhado[i]”.

Observação endógena: esta é uma, dentre outras aciantheras, que dá para cultivar tranquilamente aqui no Nordeste do Brasil, por conta do seu comum habitat de ocorrência. Prova disso é que após alguns meses de sua aquisição, ela já iniciou uma interessante floração: oito pequenas flores, de pequenos e  bonitos detalhes.
Uma observação é que parece que eu "exagerei no sol", basta observar a coloração que ela tinha quando chegou e como ficou após mudar de ambiente.



quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

317 - Orquídea: Spathoglottis unguiculata

O gênero Spathoglottis inclui cerca de 40 espécies, das quais a orquídea-grapete e a Spathoglottis plicata são as mais conhecidas (as duas são também muito parecidas, mas as flores da Spathoglottis plicata têm uma tonalidade clarinha, quase rosa)".
"Nativa de vários países no sudeste asiático e sudoeste do Oceano Pacífico, a Spathoglottis unguiculata é famosa por seu perfume, que lembra o cheiro de uva (...). Ela faz grandes touceiras em encostas rochosas e clareiras de florestas, lugares onde há alta umidade e incidência direta dos raios de sol durante quase o ano todo. Os numerosos botões surgem numa haste que pode alcançar 1 m de altura e se abrem em sequência, uns 5 ou 6 ao mesmo tempo, ao longo do ano todo, com mais frequência na primavera e no verão”.
“Por ser uma orquídea terrestre [necessita] de terra e húmus de minhoca. Ela também pode ser cultivada diretamente no chão, numa mistura de terra, areia e composto orgânico, adicionando farinha de osso à terra uma vez por mês (...)”.
“Como gosta sol e tem folhas grandes e plissadas - bem diferentes das folhas de outros gêneros mais populares de orquídeas -, essa espécie costuma ser vendida como planta comum de jardim, sem a pompa toda com que são comercializadas as Cattleya, por exemplo. Além dessas particularidades, a orquídea-grapete também gosta de água: regue-a dia sim, dia não, mas não deixe que a água fique parada em suas raízes. Mantenha-a úmida especialmente durante os meses em que estiver florida, diminuindo as regas quando notar que a floração acabou e a planta entrou em dormência, normalmente durante o inverno brasileiro”.
“Para acabar de vez com os preconceitos, uma última curiosidade: essa orquídea é tão barata e popular, que na Indonésia e em Taiwan se fabricam embalagens com suas folhas (...). As folhas da orquídea-grapete são tão bonitas que seria uma pena arrancá-las para fazer caixas[i]”.
Nomes populares: Orquídea-grapete, Grapete, Orquídea-cheiro-de-uva, Orquídea-uva.

Observação endógena: para constar e validar exatamente o que o site escreveu, afirmo que esta orquídea Spathoglottis unguiculata, cujas fotos destaco aqui, foi adquirida exatamente numa feira livre, fazendo-se perceber em meio a palmeiras de jardim, hortaliças e ervas medicinais. A floração ocorreu algumas semanas após a compra. Além da intensidade na cor de suas flores, também pude contatar o semelhante cheirinho de uva.


[i] Disponível em: http://minhasplantas.com.br/plantas/orquidea-grapete/ Acesso em out. de 2016.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

14 - Orquídea: Cattleya labiata - 10 anos de Flores

No início de março de 2015 eu publiquei sobre o Catasetum macrocarpum, especificando-a como sendo a minha primeira orquídea, a qual completava 10 anos de florações consecutivas (excetuando-se o ano de 2005, no qual não houve flores). O pico de suas flores havia sido em março de 2014, com a produção de 82 flores, um número significativamente grande em relação a sua primeira floração (2004) que havia sido de apenas 2 flores.
Tudo isso para dizer que chegou a hora da Cattleya labiata. As Cattleyas labiatas sempre estiveram numa posição de destaque, dentre a minha modesta coleção, quase sempre, elas foram as mais elegantes, as mais generosas, as mais perfumadas...
Florindo primeiramente em 2008, esta Cattleya labiata completou não necessariamente 10 anos de flores (como ocorreu com o Catasetum macrocarpum), mas especificamente 10 floradas, uma vez que em 2011 ela floresceu entre fev. e março e depois voltou a florir entre nov. e dezembro do mesmo ano.
As postagens sobre as diversas Cattleyas labiatas podem ser encontradas facilmente aqui no Blog.

Mas, para não perdermos o padrão, como fizemos com o Catasetum macrocarpum, vamos mostrar informações detalhadas sobre essas 10 floradas de muita elegância:
Ao fazermos uma soma da quantidade de flores que foram produzidas neste intervalo de 10 florações, chegamos ao surpreendente número de 187 flores, havendo a produção natural de cápsulas de sementes apenas em 2014. Como se poderá constatar no gráfico abaixo, a menor quantidade de flores ocorreu na segunda etapa de 2011 (apenas 2 flores) e o pico se deu em 2013 (com a produção de 30 flores).

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

255 - Orquídea: Ludisia discolor

"A ludisia é uma orquídea terrestre ou rupícola, de folhagem e florescimento ornamentais, mas que se destaca principalmente como forração, em locais sombreados, ao contrário da maioria das orquídeas que se distinguem por serem plantas de vaso. Ela não apresenta pseudobulbos e tem rizomas a princípio eretos, mas que se tornam curvos e prostrados em sua base, de acordo com o crescimento. As folhas são ovais a elípticas, brilhantes e lindamente bronzeadas, com nervuras longitudinais prateadas a acobreadas, de acordo com a variedade”.
“(...) floresce no fim do inverno e início da primavera, despontando longas hastes florais, eretas, com pequenas flores carnosas e delicadas, de cor branca, com uma pequena mancha amarela. A floração é durável e alcança cerca de duas semanas”.
“No paisagismo tropical a ludisia tem lugar cativo, principalmente naqueles cantinhos difíceis, com pouca luz e sem pisoteio. Ela oferece rusticidade e beleza, com uma folhagem interessante, de cores contrastantes e floração surpreendente para uma forração. Além do jardim, a ludisia também pode ser plantada em vasos, sendo ideal para a decoração de ambientes internos, como salas de estar, shoppings, escritórios, etc. Ela não necessita de sol direto e deve ficar até um pouco afastada de janelas mais ensolaradas (...)”.
“Deve ser cultivada sob sombra entre 80% a 90%, em substrato misto para rupícolas e epífitas, ou seja, bem drenável, contendo pedras, mas com material com boa capacidade de retenção de água como casca de coco quebrada, casca de pinus, carvão, terra vegetal, etc. (...). Não tolera solos argilosos ou encharcados, apodrecendo rapidamente (...). Multiplica-se facilmente por divisão das touceiras enraizadas e estacas, e mais raramente por sementes[i]

Observação endógena: esta orquídea foi adquirida em 2015 por meio de uma pequena divisão; porém, tendo se adaptado bem ao vaso e ao ambiente, cresceu rapidamente e produziu as primeiras flores a partir de julho de 2016, num total de 4 consideráveis hastes e mais de 80 pequenas e singulares flores de um branco divinal. A pequenez das flores parece ser compensada pela beleza de suas folhas que chamam a atenção de qualquer um.



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