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segunda-feira, 2 de março de 2015

1 - Orquídea: Catasetum macrocarpum - 10 anos de Flores

Ano passado a minha primeira orquídea (encontrada) completou 10 (dez) anos de floração, apesar d'ela ser única, a cada ano, uma floração diferente, uma característica a mais é encontrada, uma renovação do contemplar (que é quase divino), uma vontade de abstrair e ficar com o seu perfume sempre presente.
Desde 2004 eu venho acompanhando o seu desenvolvimento e as suas florações (mágicas e perfumadas), sendo que a possuo desde 2002; de lá para cá ela produziu mais de 298 flores robustas (grandes e carnosas). A primeira florada que contabilizei era de apenas 2 (duas) flores e a última que anotei, em 2014, foram 82 (oitenta e duas) flores. Em 2005 não fiz o registro de flores, por isso, levando em conta o ano primeiro - 2004 - chega-se a 10 anos de florações justamente no ano passado.
Em relação a esta Orquídea foram 4 (quatro) postagens neste Blog:
No mês de Setembro de 2013; e...
Também postei no Orquídeas-eco um artigo que se referiu ao momento em que encontrei este Catasetum.
Por esse gráfico podemos ver a crescente floração, com o passar dos anos.
 
 
 
 
 
Mesmo as flores murchando são belas.
Em 10 anos, florindo anualmente, elas produziu cápsulas de sementes enormes, apenas uma vez (ano passado).

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Aechmea "blanchetiana" na natureza

Sobre esta Bromélia, de beleza incrível, tenho encontrado-a nas mais belas situações, na natureza. Como se pode observar nas fotos, elas enfeitam os troncos e a copa de algumas árvores, deixando a floresta rala, mais bonita e rica. Além das matas ralas é possível encontrá-las nos campos com poucas árvores ou nas árvores que forma cercas para o pasto de gado.
A minha postagem inaugural neste Blog, lá em 3 de Outubro de 2011, foi sobre ela: "Aechmea Blanchetiana"; desde aquela época eu venho chamando-a por este nome, mas sem certeza nenhuma, isto deve-se ao fato de que eu não tenho encontrado fotos ou informações sobre esta Bromélia, que me atestem a chamá-la de outra forma.
Quem souber me indicar uma nomenclatura mais adequada, por favor, sinta-se convidado(a).
 
 






domingo, 15 de fevereiro de 2015

231 - Orquídea: Macradenia multiflora

Comecei a me interessar pela Macradenia multiflora quando vi as postagens - sobre ela - feitas no blog da Bete Orquídeas (com postagens interessantes e fotos muito bonitas) sobre esta espécie.
“As pétalas e sépalas são marrom-avermelhadas margeadas de amarelo e o labelo é branco com máculas marrom-avermelhadas em direção à base. Costuma produzir mais de 20 flores, de 1 a 2 cm de diâmetro”.
“Deve ser cultivada no frio, embora possa tolerar uma temperatura um pouco mais elevada. Gosta de luminosidade moderada. Deve ser regada abundantemente durante o ano todo e não tem período de repouso no inverno. Desenvolve-se melhor quando colocada em placas ou cachepot de madeira o que lhes permite desenvolver livremente sua haste floral pendente”. 
“É originária do Brasil (Estados de Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Tocantins) em regiões montanhosas ou no Planalto Central. Este gênero possui cerca de 30 espécies distribuídas desde a América Central até América do Sul[i]”.
     
Observação endógena: a minha Macradenia multiflora está fixada numa placa de madeira, com certa quantidade de sphagnum a envolver algumas de suas raízes. Iniciou a primeira florada no mês de outubro de 2014, o que se traduziu numa grande surpresa, por causa do pouco tempo que estava sob meus cuidados. Foram 15 pequenas/belas flores que duraram pouco, isto é, apenas 10 dias, mas me garantiram um grande espetáculo (de primeira visão)!
 

[i] Disponível em: <http://www.delfinadearaujo.com/datacent/mdcor.htm> Acesso em jan. de 2014.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Lançamento: Vol. 4 do livro Orquídeas da Serra do Castelo, ES - Brasil

Lançamento do 4º volume da Série Orquídeas da Serra do Castelo (Espírito Santo, Brasil), 3º a ser lançado da coleção, possui 528 páginas em papel couché alto brilho, com centenas de fotos e desenhos em nanquim, onde serão apresentadas aproximadamente 210 espécies de 69 gêneros.
Esta coletânea tem como objetivo apresentar TODAS ESPÉCIES, oferecendo para cada uma, nota taxonômica, descrição morfológica e, muitas vezes, uma iconografia constituída de uma prancha botânica e uma fotografia em cores. Sabe-se que no Brasil existem cerca de 2.500 espécies de Orquídeas (quantidade recalculada), e dessas, cerca de 730 espécies (30%) habitam a Serra do Castelo (também conhecida como Serra do Espírito Santo). Nesses últimos 14 anos, foram estudadas e pesquisadas intensivamente, para serem apresentadas nessa coleção de quatro livros científicos bilíngues FRANCÊS-PORTUGUÊS que estamos disponibilizando agora. Os interessados deverão enviar um e-mail para renatoxb@hotmail.com informando o nome completo, endereço completo e número de telefone para contato.
Caso se interesse pelo nosso livro, são 04 livros, e até agora lançamos os volumes 02,03 e 04. Agora estamos vendendo esses três volumes. Em janeiro pretendemos lançar o volume 01 que será a introdução,  índice remissivo, geografia e geologia do ES, história orquidófila, além de várias orquídeas também, tendo muitas terrestres e as subfamílias Orchidoideae, Spiranthoideae e Vanilloideae serão as apresentadas..
O volume 02  tem aproximadamente 206 espécies em 16 gêneros, com aproximadamente 178 fotografias e 180 ilustrações botânicas, abordando os gêneros da subtribo Pleurothallidinae: Trichosalpinx (1 espécie), Zootrophion (1), Anathallis (24), Lepanthopsis (2), Masdevallia (2), Stelis (17), Pabstiella (55), Dryadella (8), Platystele (1), Specklinia (5), Acianthera (50), Barbosella (3), Pleurothallopsis (1), Myoxanthus (8), Sansonia (1), Octomeria (27).
O volume 03 tem  aproximadamente 169 espécies de 34 gêneros, com aproximadamente 166 fotografias e 157 ilustrações botânicas, incluindo os gêneros Cattleya, Hadrolaelia, Laelia, Epidendrum, Encyclia, Prostechea, Pseudolaelia, Dimeranda, Eulophia, Elleanthus, Sobralia, Liparis, Malaxis, Bulbophyllum, Polystachya, Oeceoclades, Govenia, Cyrtopodium, Catasetum, Galeandra, Grobya, Cycnoches, Isochilus, Nemaconia, Brassavola, Dungsia, Hoffmannseggela, Sophronitis, Jacquiniella, Scaphyglottis, Constantia, Isabelia, Leptotes e Campylocentrum.
O volume 04 possui 528 páginas, e apresenta 210 espécies em 69 gêneros, com aproximadamente 246 fotografias e 190 ilustrações botânicas, incluindo os gêneros Dichaea, Huntleya, Zygopetalum, Warrea, Lycaste, Maxillaria, Bifrenaria, Stanhopea, Oncidium, Pabstia, Scuticaria, Brasiliorchis, Camaridium, Christensonella, Heterotaxis, Mapinguari, Maxillariella, Ornithidium, Cirrhaea, Mormolyca, Coryanthes, Houlletia,  Gongora, Stanhopea, Trichopilia, Cohniella, Lophiaris, Saundersia, Aspasia, Miltonia, Baptistonia, Coppensia, Gomesa, Capanemia, Notylia, Rodriguezia, e mais 33 outros gêneros!!!

Atenciosamente, Renato Ximenes Bolsanello
(11) 97111-4321
 

 
 
 
 
 
 

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Cattleya forbesii - flor 2014

Minha postagem sobre uma floração da Cattleya forbesii havia ocorrido apenas em 2013. Depois daquele ano ela parecia não se desenvolver no vaso que estava, então retirei-a do vaso e amarrei-a em uma árvore, o resultado foi surpreendente: ela emitiu novos bulbos (mais saudáveis) e floriu em uma belíssima flor, ano passado.
 
 

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

82 - Orquídea: Catasetum uncatum

Observação endógena: só para abrir esta postagem preciso dizer que este Catasetum uncatum floriu pela primeira vez, e foi uma longa florada iniciada em fev. e finalizada em set. de 2014; alternando entre as flores masculinas (maioria) e as flores femininas, elas somaram mais de 80 flores: muito belas, de um verde incrível e repletas de detalhes, além de um cheiro agradável!
Das 5 hastes florais produzidas tivemos flores masculinas em 3 momentos e flores femininas em 2 momentos, mas elas não foram simultâneas, quase sempre uma cedia lugar a outra, de modo que não houve a formação de cápsulas de sementes.
Saliento que fizemos uma postagem primeira sobre esta orquídea no site Orquídeas.eco.

Trata-se de uma “espécie [inicialmente] pernambucana com pseudobulbos fusiformes e alongados, com 25 cm de altura. Folhas compressas lateralmente, com espessura mediana e 25 cm de comprimento (...). Racimos florais masculinos, arqueados, com até 8 flores. Flor de 8 cm de diâmetro, com pétalas e sépalas verdes, densamente pintalgadas de púrpura. Labelo carnoso, de cor verde, com bordas púrpuras. Floresce no verão[i]”. 
“Espécie nativa e endêmica do Brasil (...), encontrada no que ainda resta de Mata Atlântica. Epífita de flores verdes de forte odor de cânfora, haste pendente de 25 a 60 cm de comprimento com flores esparsas (...); pseudobulbos curvados para baixo, apesar de relatos de plantas com pseudobulbos eretos (...). Como outros Catasetum deve ser cultivado com bastante luminosidade e evitar regar em época de dormência quando perde as folhas (...)[ii]”.
As primeiras 9 fotos são de flores masculinas e as demais, de flores femininas.
 
 
 
 
 
Até aqui, as flores masculinas e na sequência, as flores femininas.
 
 
 
 



[ii] Disponível em: http://www.assope.com.br/?p=1176 Acesso em abr. de 2014.